sábado, 22 de agosto de 2015

Vegetação mantém qualidade da água e preserva solo

Governo investe na recuperação e preservação das matas ciliares.

Programa Nascentes tem o objetivo de restaurar 20 mil hectares de matas ciliares.
Programa Nascentes tem o objetivo de restaurar 20 mil hectares de
matas ciliares.
Todos sabem que a floresta tem relação direta com a produção de água. Mas um estudo desenvolvido pelo Instituto Florestal reforçou as afirmações sobre os benefícios de uma floresta para o meio ambiente. A presença de cobertura vegetal em bacias hidrográficas traz a regularização dos rios e a melhora na qualidade da água. Desta preocupação surgiu o Programa Nascentes, desenvolvido pelo Governo do Estado de São Paulo, que tem o objetivo de restaurar 20 mil hectares de matas ciliares.
A vegetação se enraíza, retém água na superfície do solo e alimenta gradualmente o lençol freático, assim, possibilita que um rio tenha vazão regular ao longo do ano, inclusive nos períodos de estiagem. Nas microbacias este escoamento é responsável por cerca de 80% de toda a água escoada no rio.
O efeito contrário acontece nas bacias sem a proteção florestal. A infiltração da água da chuva no solo é menor para alimentar os lençóis freáticos e o escoamento superficial torna-se intenso fazendo com que a água da chuva atinja rapidamente a calha do rio. O rápido escoamento provoca inundações. E nos períodos de estiagem o corpo de água tende a enfraquecer e pode até secar.
A floresta representa muitos outros benefícios para os sistemas hídricos. Contribui, por exemplo, para o equilíbrio térmico da água, reduzindo os extremos de temperatura e mantendo a oxigenação do meio aquático. A vegetação promove a absorção de nutrientes pelas árvores, arbustos e plantas herbáceas evitando a lixiviação excessiva dos sais minerais do solo para o rio.
Fonte: Governo de SP

Embrapa Florestas vai capacitar técnicos em ILPF na região sudeste

O programa, que já iniciou, terá continuidade a partir desta semana no interior de São Paulo

O programa de capacitação para técnicos em sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta tem continuidade com as visitas, durante os meses de agosto e setembro, às futuras propriedades rurais onde serão implantadas Unidades de Referência Tecnológica (URTs).
A Fazenda Oriçanga, que fica em Mogi Mirim (SP), será a primeira propriedade a ser visitada para o planejamento de implantação de um dos sistemas de integração nesta sexta-feira, 21 de agosto.
Propriedade silvipastoril
Foto: Gisele Rosso
ropriedade silvipastoril
Foto: Gisele Rosso
O pesquisador Luiz Adriano Cordeiro e o analista Hélio Omote vão acompanhar esta etapa do programa, assim como o processo de implantação das unidades. Omote conta que é importante acompanhar e avaliar as atividades desenvolvidas pelo técnico em capacitação e apoiá-lo nas discussões para a tomada de decisões técnicas nas URTs.
A Embrapa também visita propriedades em Monte Alto (SP), no dia 24, e em Presidente Caiuá (SP), no dia 26 de agosto. Em setembro, o acompanhamento será em Campina Verde (MG), Olímpia (SP) e Caçapava (SP). O programa
A capacitação, iniciada em maio deste ano, é realizada em parceria pela Embrapa Pecuária Sudeste e Embrapa Cerrados. Serão capacitados nove técnicos de instituições parceiras: a Cooperativa Coopercitrus, a Cooperativa Cocamar e a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ).
O objetivo é formar os profissionais destas instituições em sistemas de produção integrada por meio de módulos teóricos e atividades práticas de implantação de Unidades de Referência Tecnológica (URT). Com isso, pretende-se formar uma rede de multiplicadores de transferência de tecnologia com capacidade de ampliar a área de adoção de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) e Integração lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) na região Sudeste.
O processo de capacitação terá duração de três anos. Serão cinco módulos teóricos e os técnicos devem implementar uma URT de ILP ou ILPF para reproduzir modelos sustentáveis e diversificados, integrando atividades agrícolas, pecuárias e florestais, na mesma área.
Fonte: Embrapa Florestas

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Brasil e Alemanha assinam acordo para investimentos no setor socioambiental

Acordos garantirão projetos em unidades de conservação e na regularização ambiental de imóveis rurais, conforme a nova Lei Florestal.

Izabella (D): simetria entre biodiversidade e clima
O Brasil e a Alemanha firmaram, nesta quarta-feira (19/08), acordos de cooperação para a conservação florestal, e a regularização ambiental de imóveis rurais na Amazônia e em áreas de transição para o Cerrado. Ao todo, serão investidos mais de R$ 183 milhões (50 milhões de euros). Também foi assinado projeto entre os governos alemão e norueguês, para incrementar a cooperação técnica ao Fundo Amazônia.

As parcerias foram firmadas por autoridades brasileiras e dois países durante a abertura da Conferência Florestas, Clima e Biodiversidade, realizada em Brasília. Além da assinatura dos atos oficiais, o evento contou com a participação de especialistas para discutir temas como manejo sustentável, mudanças do clima e políticas para o combate ao desmatamento.

EFEITO ESTUFA
O objetivo é unir ações de conservação da biodiversidade com medidas capazes de frear as emissões de gases de efeito estufa, fenômeno natural que tem sido agravado por ações humanas e, com isso, gerado o aquecimento global. “É preciso haver uma relação mais simétrica entre biodiversidade e clima”, defendeu a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. “A biodiversidade está na base de tudo e precisa ser protagonista na agenda climática.”
As políticas desenvolvidas em território nacional e a importância dos recursos naturais presentes no Brasil colocam o País em posição de destaque no cenário internacional. O embaixador da Alemanha no Brasil, Dirk Brengelmann, ressaltou os resultados brasileiros na conservação ambiental. “A redução do desmatamento na Amazônia é resultado impressionante”, afirmou. “O Brasil se tornou um modelo mundial em ações ambientais.”
REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL
O MMA, a Caixa Econômica Federal e o KfW, o Banco de Desenvolvimento alemão, assinaram o contrato de contribuição financeira queviabilizará o Projeto de Regularização Ambiental de Imóveis Rurais na Amazônia e em Áreas de Transição para o Cerrado. Com duração de quatro anos, a medida destinará mais de R$ 84 milhões (cerca de 23 milhões de euros) financiados pelo governo alemão para a cooperação.
A região contemplada é estratégica para o combate ao desmatamento e para a conservação da biodiversidade. O projeto apoiará o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dos imóveis de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais de Rondônia, Mato Grosso e Pará. Além disso, também serão promovidas ações de recuperação dos passivos ambientais das áreas de preservação permanente e de reserva legal encontradas dentro desses terrenos.
Com a medida, será possível realizar a regularização ambiental dos imóveis rurais brasileiros conforme o novo Código Florestal. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, destacou a importância da ação para o setor. “O objetivo é proteger o meio ambiente produzindo alimentos”, defendeu. “A inovação tecnológica é um meio de evitar o desmatamento.”
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
A cooperação entre o MMA, o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e o Ministério Alemão para Cooperação e Desenvolvimento (BMZ), junto ao Banco Alemão de Desenvolvimento KfW, estabelece o Fundo de Transição Arpa para a Vida. Esse fundo constitui a terceira fase do Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). O programa foi estabelecido pelo Brasil em 2003 e corresponde, hoje, ao maior programa de conservação de florestas tropicais do mundo.
O projeto terá o aporte superior a R$ 116 milhões (cerca de 31,7 milhões de euros) por meio da cooperação financeira alemã para o Fundo de Transição. Esse Fundo é um mecanismo inovador com metas ambiciosas, como a de consolidar e segurar o financiamento sustentável de unidades de conservação em uma área igual ou superior a 60 milhões hectares, o que corresponde aproximadamente ao território da França.
FUNDO AMAZÔNIA
O cofinanciamento entre a Noruega, por meio da Agência Norueguesa para a Cooperação ao Desenvolvimento (Norad), e a Alemanha, representada pelo Ministério Alemão para Cooperação e Desenvolvimento (BMZ),
viabilizará o projeto de cooperação técnica “Apoio às Atividades de Fomento e de Concessão de Colaboração Financeira Não-Reembolsável no âmbito do Fundo Amazônia”.
O projeto terá mais de R$ 14,6 milhões (cerca de 4 milhões de euros) e o objetivo de melhorar os mecanismos do Fundo Amazônia, tornando-o cada vez mais eficaz no financiamento da proteção das florestas e do clima. O acordo representa a importante coordenação e harmonização entre os dois doadores.
Criado em 2008, o Fundo Amazônia surgiu com o objetivo de captar recursos para investimentos não-reembolsáveis em iniciativas de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento e de conservação e uso sustentável do bioma. Entre as áreas de atuação, estão projetos
como os de gestão de áreas protegidas, manejo florestal e redução de emissões de gases de efeito estufa.
Fonte: MMA

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Parceria acelera o CAR no Semiárido

Edital prevê a participação de instituições privadas sem fins lucrativos no cadastramento de 50 mil imóveis rurais na região. Propostas podem ser enviadas até 30 de agosto.

Izabella (C) e Míriam: estratégica
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, lançaram, no dia (27/07), em solenidade realizada em Brasília, edital para selecionar instituições interessadas em apoiar a inscrição de pequenas propriedades posses rurais de nove estados do Semiárido Brasileiro no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Serão disponibilizados R$ 10 milhões para a iniciativa e a expectativa é que cerca de 50 mil imóveis rurais sejam cadastrados.

O edital, resultado de uma parceria entre o Fundo Socioambiental Caixa, o Fundo Nacional de Meio Ambiente (FNMA) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF), os dois últimos geridos respectivamente pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), busca integrar esforços para viabilizar o cadastramento no Semiárido.

PARCERIA ESTRATÉGICA
Segundo a ministra Izabella Teixeira, o edital é uma parceria estratégica para a região e com a própria Caixa. “O CAR é um instrumento que vai mudar a gestão ambiental pública desse País, incorporando a proteção dos nossos recursos naturais”, destacou. “Se não oferecermos meios para assegurar a produção de alimentos de forma sustentável não conseguiremos proteger o meio ambiente. Não dá para dissociar produção de alimentos de proteção ambiental. Os vários Brasis dentro do Brasil foram acolhidos pelo Código Florestal e politicamente pelo CAR.”

Enquanto a região Norte, já atingiu 76,52% da área cadastrável, a região Nordeste cobriu apenas 23%. Estados como Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte, por exemplo, ainda não atingiram nem 10% da área a ser cadastrada. Devido às características fundiárias e ao perfil socioeconômico, a região do Semiárido é uma das que apresenta menor adesão ao CAR.

Para a presidente da Caixa, o edital tem relação com a própria missão da instituição, que se orgulha de atuar como parceira na produção da riqueza com bases sustentáveis para o Brasil. “É importante reafirmarmos a importância do CAR, que vai ser um catalizador da preservação de recursos naturais, mas também de promoção do desenvolvimento local e inclusão social em geral no país, especialmente dos agricultores familiares”, afirmou.

CRITÉRIOS

Podem participar da concorrência instituições privadas sem fins lucrativos com experiência na realização do CAR e em trabalhos com agricultores familiarese comunidades tradicionais do Semiárido. O valor mínimo para os projetos é R$ 1,5 milhão e o máximo R$ 2 milhões. Os projetos poderão ter até oito meses de duração e deverão, cada um, cadastrar ao menos 10 mil imóveis. As propostas deverão ser enviadas até o dia 30 de agosto, conforme instruções disponíveis no site www.florestal.gov.br/fndf. Maiores esclarecimentos pelo Fale Conosco do Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal – 20287240 - fndf@florestal.gov.br

Durante o lançamento, o secretário de Meio Ambiente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Antonino Rovaris, afirmou que a agricultura familiar e as comunidades tradicionais não têm a capacidade estrutural para, sozinhos, fazer o Car. “Temos um logo caminho pela frente e um prazo bem próximo, o que exige o esforço e o envolvimento de todos nós”, afirmou. “Mas temos condições de ultrapassar a meta de 50 mil.”

O Cadastro Ambiental Rural é um registo público eletrônico das características ambientais dos imóveis rurais do País. Foi instituído pelo Novo Código Florestal (Lei N°12.651/2012) e deverá ser feito por todas as propriedades e posses rurais até maio de 2016. O diretor de Serviço Florestal Brasileiros do MMA, Raimundo Deusdará, lembrou que a busca é por um cadastro de qualidade e não apenas de quantidade.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) - (61) 2028.1173


Fonte: MMA

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Programa Mais Árvores planta um milhão de hectares

Cerca de 400 produtores participaram do evento que objetiva estimular o produtor rural a investir no plantio e manejo de florestas comerciais para usos múltiplos.

Programa Mais Árvores na Bahia foi lançado em um Dia de Campo (Foto: ABAF).
Programa Mais Árvores na Bahia foi lançado em um
Dia de Campo (Foto: ABAF).
Alagoinhas, Barreiras, Eunapólis e Vitória da Conquista passarão a contar a partir de 2016 com unidades produtivas florestais para difusão de conhecimento sobre sistemas agroflorestais. Este foi o principal resultado do Dia de Campo do Programa Mais Árvores, lançado em quatro regiões da Bahia, entre 8 e 17 de julho, pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com dois temas principais: manejo florestal para usos múltiplos da madeira e gestão da propriedade rural.
"A Bahia importa 90% da madeira que consome, embora detenha o recorde mundial de produtividade de área reflorestada (45 metros cúbicos/hectare (ha)/ano). O programa Mais Árvores existe há 5 anos, já foi apresentado em outros estados, mas saiu do papel agora aqui, dentro do Mais Árvores Bahia. O objetivo é que em três anos o estado ultrapasse a marca de 1 milhão de hectares plantados", explica o diretor executivo da ABAF, Wilson Andrade.
Cerca de 400 produtores participaram do evento que objetiva estimular o produtor rural a investir no plantio e manejo de florestas comerciais para usos múltiplos (produtos madeireiros e não madeireiros). A CNA contou com o apoio do Governo da Bahia da Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF).
Resultados
Assessora técnica da Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA, Camila Braga disse ser fundamental que os produtores recebam treinamento adequado porque o investimento inicial é alto (até R$ 7 mil/ha) e os erros só podem ser percebido entre 7 a 10 anos após o plantio. Mas, destacou que o produtor florestal é melhor remunerado, podendo lucrar até R$ 800/ha contra R$ 150/ha na atividade pecuária.
O engenheiro agrônomo Pedro Francio Filho, da Unisafe - Consultoria, Agronegócios e Meio Ambiente, que ministrou as palestras aos produtores baianos, diz que, "Nas unidades produtivas será explorado o máximo potencial da Bahia, através da atuação de um grupo multidisciplinar de profissionais. O acompanhamento será feito pelo período de seis anos", explicou.
Gleyson Araújo, presidente executivo da Associação dos Produtores de Eucalipto, explicou que o setor da região sul da Bahia é bem organizado. "O programa vai suprir lacunas sobre técnicas de manejo e ajudará a formar a cadeia de produção e processamento", disse.
Moisés Schmidt, presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Barreiras, diz que o eucalipto é plantado há 30 anos no oeste, mas faltavam as técnicas adequadas de plantio para produzir material de melhor qualidade.
Fonte: A Tarde

MMA e CAIXA lançam edital de apoio ao CAR de pequenas propriedades no Semiárido

Solenidade foi nesta segunda-feira, às 11h, na sede do Ministério do Meio Ambiente.


A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e a presidente da CAIXA, Miriam Belchior, lançam, nesta segunda-feira (27/07), às 11 horas, edital para apoiar financeiramente entidades da sociedade civil na realização do Cadastro Ambiental Rural (CAR). A medida será destinada ao cadastramento de pequenas propriedades localizadas no Semiárido brasileiro.

A cerimônia contará, ainda, com a participação do diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Raimundo Deusdará, e de entidades nacionais de representação da agricultura familiar, da reforma agrária e de comunidades quilombolas.

Fonte: MMA

Expoacre 2015 fortalece relação comercial entre Acre e Peru

Secretário de Estado de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis observa esta parceria.

A relação comercial entre o Acre e o Peru está cada vez mais estreita, e Rio Branco é o principal passaporte territorial dessa integração. A participação de nove indústrias peruanas na Expoacre 2015 fortalece e consolida esse intercâmbio comercial que beneficia os dois países.
O estande do Peru foi instalado em uma área dentro do Espaço da Indústria (Foto: Secom).
O estande do Peru foi instalado em uma área dentro do
 Espaço da Indústria (Foto: Secom).
Instalados em um estande de mais de 180 metros quadrados, dentro do Espaço da Indústria, o Peru oferece aos visitantes da feira produtos dos mais diferentes segmentos, desde o ramo da alimentação ao da construção civil. Além de trabalhar a relação comercial com o Acre, o Peru quer fomentar ainda mais o turismo de fronteira. Na primeira noite de Expoacre, os peruanos saudaram os acreanos com uma apresentação artística da banda Los Pusangueros del Ritmo.
A iniciativa chamou a atenção dos visitantes, que pararam para apreciar o show. No decorrer do evento, também serão realizadas rodadas de negócios entre os empresários peruanos e acreanos.
Segundo o cônsul de Comércio Exterior do Peru, Antônio Castilho, seu país tem interesse em ampliar as relações de exportação e importação com o Acre. “Nós queremos exportar mais produtos para o Acre, mas também queremos aumentar o consumo de produtos acreanos. O Acre tem um potencial enorme para exportação de carne, e nós temos muito interesse nisso, pois já compramos de outros países”.
Fernando Lima, secretário de Estado de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comercio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens), observa que a relação de comércio entre os países já existe há mais de dez anos.
“Hoje a gente está fortalecendo essas relações. O Acre vive um momento propício para que essa parceria se efetive cada vez mais, com a exportação dos nossos produtos e importação do que eles têm de melhor para nos oferecer”, declarou.
Lima também destaca que o Acre está preparado, do ponto de vista político e estrutural, para estabelecer esse intercâmbio comercial. “Nós temos grandes cadeias produtivas que têm agregado alto valor em tecnologia. Incluímos pequenos, médios e grandes produtores nesse processo. O Acre vive este momento feliz de desenvolvimento, geração de emprego e renda, que foi e é coordenado pelo governador Tião Viana”, completa.
Fonte : Agência Notícias do Acre