segunda-feira, 18 de maio de 2015

Descobriram uma Planta que Mata até 98% de Células Cancerígenas e Ajuda a Acabar com a Diabetes

Uma planta muito simples consegue matar até 98% de células cancerígenas e também frear a diabetes. Suas propriedades são realmente impressionantes!
Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por ele.
Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas.
Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.
A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia - no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.
O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos 4 tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, 2 dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!
Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum - que simplesmente suicidam.
O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.
Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”!
Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.
O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de 6 gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado desse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.
Com efeito, após 4 semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: "É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer."
Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.
Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Professor da USP diz que liberação do eucalipto transgênico é um erro

Brasil é o primeiro país do mundo a liberar o plantio do Eucalipto transgênico

   O professor Paulo Kageyama, da Universidade de São Paulo (USP), considerou um erro a liberação comercial do eucalipto transgênico no Brasil, decidida hoje (9) pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, por 18 votos a 3. Um dos integrantes da CTNBio, Kageyama foi um dos votos vencidos.

  Segundo o professor, ainda existem muitas dúvidas científicas sobre os impactos do plantio do eucalipto transgênico e do prejuízo, principalmente para os pequenos produtores rurais. Além disso, os produtos obtidos a partir dessa planta poderão sofrer sanções no comércio nacional e internacional, acrescentou Kageyama.


    De acordo com a FuturaGene Brasil Tecnologia Ltda, empresa de biotecnologia da Suzano Papel e Celulose, com a decisão, o Brasil torna-se o primeiro país a liberar a comercialização do eucalipto transgênico. Segundo a FuturaGene, o eucalipto modificado tem 20% mais produtividade e poderá ser usado para produção de madeira e papel, entre outros itens. 

     Kageyama explicou que o aumento da produtividade ocorre às custas da aceleração do processo de crescimento e amadurecimento de uma árvore de sete anos para cinco anos. Nesse período é que a planta absorve mais água, disse ele. Estima-se que o consumo seja ainda maior com o eucalipto transgênico, o que pode causar danos ao meio ambiente.

    Além disso, o pólen dos eucaliptos geneticamente modificados pode ser transportado por quilômetros por insetos e contaminar o mel orgânico de cerca de 500 mil pequenos produtores, que serão prejudicados na hora da certificação de seus produtos. 

   De acordo com dados divulgados pelo Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST), o Brasil é o maior produtor de mel orgânico – só no ano passado, foram 16 mil toneladas de mel de eucalipto. 

   O problema da certificação poderá chegar também ao mercado externo. "É um tiro no pé plantar transgênicos quando as principais certificadoras internacionais são contra a certificação de florestas transgênicas", disse Kageyama. 

    De acordo com dados da Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), o Brasil, em 2010, posicionou-se como o décimo produtor mundial de papel e, em 2012, produziu 10,3 milhões de toneladas. Nos últimos dez anos, o país aumentou a produção em 27%, com crescimento médio de 2,7% ao ano. 

Kageyama manifestou preocupação também com o precedente aberto com a decisão da CNTBio. De acordo com o professor, mais dois processos pedindo autorização para comercializar o eucalipto transgênico tramitam no CNTBio. A liberação para a FuturaGene pode criar precedentes, o que ele considera preocupante. 

    A coordenação-geral da CTNBio informou, no entanto, que até o momento somente foi peticionada, na comissão, a solitição da FuturaGene.

Para a FuturaGene, a liberação é um dos marcos mais significativos para a indústria florestal. "A aprovação marca também o início de uma nova fase para o manejo florestal sustentável, com o Brasil ocupando a posição de primeiro país a completar o ciclo de desenvolvimento dessa tecnologia, que possibilitará produzir mais com menos recursos", afirmou a empresa, por meio de nota.

Fonte: Agência Brasil

Agronegócio: Piauí terá agência de desenvolvimento do MATOPIBA

AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO VAI GERENCIAR O TERRITÓRIO EM QUATRO ESTADOS. ÁREA É CONSIDERADA A ÚLTIMA FRONTEIRA AGRÍCOLA EM EXPANSÃO NO MUNDO.

MARANHÃO, TOCANTINS, PIAUÍ E BAHIA FORMAM MATOPIBA
O GOVERNO FEDERAL FORMALIZA NESTA QUARTA-FEIRA (6) A CRIAÇÃO DE UM NOVO TERRITÓRIO DE DESENVOLVIMENTO. TRATA-SE DO MATOPIBA, NOME FORMADO PELAS INICIAIS DOS ESTADOS DO MARANHÃO, TOCANTINS, PIAUÍ E BAHIA. O TERRITÓRIO TERÁ UMA AGÊNCIA EXCLUSIVA PARA IMPULSIONAR O DESENVOLVIMENTO. AO TODO, 31 MUNICÍPIOS DO PIAUÍ ESTÃO INSERIDOS NO NOVO TERRITÓRIO.  SEGUNDO O SECRETÁRIO DESENVOLVIMENTO RURAL DO PIAUÍ, FRANCISCO LIMMA, A ÁREA TOTAL POSSUI CERCA DE OITO MILHÕES DE HECTARES.
"ESSA AGÊNCIA QUE ESTÁ SENDO CRIADA HOJE ATRAVÉS DE DECRETO DA PRESIDENTA DILMA É IMPORTANTE PORQUE VAI CUIDAR DO DESENVOLVIMENTO DESSA NOVA REGIÃO", DESTACOU O SECRETÁRIO.
DE ACORDO COM ELE, A AGÊNCIA VAI PENSAR A PARTE DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DO NOVO TERRITÓRIO, PRINCIPALMENTE COM RELAÇÃO A POLÍTICA AGRÍCOLA NA REGIÃO, CONSIDERADA A ÚLTIMA FRONTEIRA AGRÍCOLA EM EXPANSÃO NO MUNDO.
“ELA VAI PLANEJAR E EXECUTAR AS AÇÕES, ALÉM DE ATRAIR OS INVESTIMENTOS, CUIDANDO DAS PESSOAS, DO MEIO AMBIENTE E DA PARTE DA INFRAESTRUTURA”, FALOU FRANCISCO LIMMA.
EM CADA ESTADO HAVERÁ UM ESCRITÓRIO DA AGÊNCIA. NO PIAUÍ, A SEDE FICARÁ NA CIDADE DE BOM JESUS, SUL DO ESTADO. O GOVERNADOR WELLINGTON DIAS ESTARÁ PRESENTE NA SOLENIDADE DE LANÇAMENTO DO MATOPIBA EM BRASÍLIA.
O GOVERNADOR WELLINGTON DIAS (PT) DISSE QUE A CRIAÇÃO DO MATOPIBA (MARANHÃO, TOCANTINS, PIAUÍ E BAHIA), LANÇADO PELA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF, EM SOLENIDADE DO PALÁCIO DO PLANALTO, PARA O DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA DOS QUATRO ESTADOS, TEM A MESMA IMPORTÂNCIA QUE A CRIAÇÃO DA CODEVASF (COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO DOS VALES DO SÃO FRANCISCO E PARNAÍBA).
DIAS PARTICIPOU DO LANÇAMENTO DO PLANO DE DEFESA AGROPECUÁRIA FEITO PELA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF NA QUARTA-FEIRA NO PALÁCIO DO PLANALTO.
ELE AFIRMOU QUE O MATOPIBA VAI TRAZER PARA A REGIÃO SINGULAR DESENVOLVIMENTO PARA A REGIÃO.
O SECRETÁRIO ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL, FRANCISCO LIMMA, TAMBÉM PARTICIPOU DA REUNIÃO. ELE INFORMOU QUE A ESCRITÓRIO DO MATOPIBA NO PIAUÍ FICARÁ NO MUNICÍPIO DE BOM JESUS, NA REGIÃO DOS CERRADOS, NO SUL DO ESTADO.
WELLINGTON DIAS DECLAROU QUE POR CAUSA DOS INVESTIMENTOS NO AGRONEGÓCIO E NA AGRICULTURA, A PRODUÇÃO AGRÍCOLA DO PIAUÍ VAI AUMENTAR EM ATÉ 40% POR CAUSA DO MATOPIBA.
MATOPIBA TEM PRODUÇÃO DE 201,5 MILHÕES DE TONELADAS DE GRÃOS E PIAUÍ TEM PARTICIPAÇÃO DE 11%
A PRESIDENTA DILMA ROUSSEF ASSINOU O DECRETO QUE CRIA A AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO MATOPIBA, DURANTE O LANÇAMENTO DO PLANO NACIONAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA, NO PALÁCIO DO PLANALTO.
A AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO MATOPIBA DEVERÁ PROMOVER A INOVAÇÃO, PESQUISA, AGRICULTURA DE PRECISÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA AOS PRODUTORES RURAIS DA REGIÃO. A REGIÃO DO MATOPIBA ABRANGE OS ESTADOS DO MARANHÃO (33%), TOCANTINS (38%), PIAUÍ (11% ) E BAHIA (18%). AO TODO, 31 MUNICÍPIOS DO PIAUÍ ESTÃO INSERIDOS NO NOVO TERRITÓRIO.
A SENADORA REGINA SOUSA (PT) PARTICIPOU DO LANÇAMENTO DO PLANO NACIONAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA E ELOGIOU AS MEDIDAS. ELA LEMBROU QUE O GOVERNADOR WELLINGTON DIAS FOI UM DOS IMPORTANTES ARTICULADORES DA AGÊNCIA QUE VAI CUIDAR DO DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO DO MATOPIBA.
O GOVERNADOR DO PIAUÍ TAMBÉM PARTICIPOU DA CERIMÔNIA NO PALÁCIO DO PLANALTO, AO LADO DA SENADORA REGINA E DA VICE-GOVERNADORA MARGARETE COELHO (PP).“TEMOS QUE LEMBRAR QUE ESSA ÁREA DO MATOPIBA É A ÚLTIMA FRONTEIRA AGRÍCOLA EM EXPANSÃO DO MUNDO. A AGÊNCIA CRIADA FICARÁ RESPONSÁVEL POR PLANEJAR E EXECUTAR AS AÇÕES DE INVESTIMENTO, CUIDANDO DO MEIO AMBIENTE, DA POPULAÇÃO E DA INFRAESTRUTURA NECESSÁRIA PARA O DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO”, DESTACOU A SENADORA REGINA SOUSA.A ÁREA DO MATOPIBA É RESPONSÁVEL POR 9,7% DA PRODUÇÃO DE 201,5 MILHÕES DE TONELADAS DE GRÃOS PREVISTA PARA O PAÍS NA SAFRA 2014/2015.
UMA ÁREA PLANTADA DE 7,6 MILHÕES DE HECTARES QUE PRODUZIRÃO 19,5 MILHÕES DE TONELADAS. É CONSIDERADA A MAIS NOVA FRONTEIRA AGRÍCOLA DO PAÍS (ÚLTIMA FRONTEIRA AGRÍCOLA DO PLANETA) E COBRE 337 MUNICÍPIOS.NA REGIÃO, SEGUNDO O IBGE, EXISTEM 324.326 ESTABELECIMENTOS AGRÍCOLAS. A ÁREA TEM UM PRODUTO INTERNO BRUTO ESTIMADO, COM BASE NOS DADOS DO IBGE/2010, EM R$ 53,4 BILHÕES.
A MINISTRA DA AGRICULTURA, KÁTIA ABREU, EXPLICOU QUE O PLANO NACIONAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA TEM COMO OBJETIVO MODERNIZAR O MARCO REGULATÓRIO PARA O CAMPO E AVANÇAR NAS AÇÕES DE PREVENÇÃO E RESPOSTAS AOS RISCOS NAS LAVOURAS E REBANHOS DO PAÍS.EM SUA FALA, A PRESIDENTA DILMA REFORÇOU O COMPROMISSO DO SEU GOVERNO COM A SIMPLIFICAÇÃO DE REGRAS E A DESBUROCRATIZAÇÃO DE PROCESSOS NO SETOR AGROPECUÁRIO. DE ACORDO COM DILMA, AS MEDIDAS ANUNCIADAS HOJE, COMO A ATUALIZAÇÃO DO REGULAMENTO DA INSPEÇÃO INDUSTRIAL E SANITÁRIA DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (RIISPOA) E DO SISTEMA BRASILEIRO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL (SISBI-POA), VÃO BENEFICIAR O AGRONEGÓCIO, MAS PRINCIPALMENTE OS PEQUENOS AGRICULTORES, COM A MELHORIA DE RENDA DESSES PRODUTORES.
“O PLANO NACIONAL VAI PERMITIR QUE POSSAMOS ATENDER AS DEMANDAS DE CONSUMIDORES CADA VEZ MAIS EXIGENTES E CONSCIENTES DA IMPORTÂNCIA DO ACESSO A ALIMENTOS SEGUROS. ALÉM DE CAPACITAR O BRASIL, AINDA MAIS, PARA SUPERAR AS BARREIRAS SANITÁRIAS QUE GANHAM CADA VEZ MAIS RELEVO NO MERCADO INTERNACIONAL”, DESTACOU A PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF.
Fonte:  G1 E PORTAL MEIO NORTE

domingo, 3 de maio de 2015

85% dos produtores rurais do Cariri usam agrotóxicos de forma irregular

Resultado é do Fórum de Combate aos Impactos do Uso de Agrotóxicos. 61% dos comerciantes locais também possuem alguma irregularidade.

Embalagens de defensivos agrícolas que foram recolhidas em Mato Grosso do Sul (Foto: Reprodução/TV Morena)
Embalagens vazias de defensivos agrícolas não
têm descarte adequado

Oitenta e cinco por cento dos produtores rurais da Região do Cariri, no sul do Ceará, e 61% dos comerciantes locais possuem alguma irregularidade na manipulação e na venda de agrotóxicos e, por isso, foram autuados pelos órgãos fiscalizadores. Esse é o resultado de fiscalização realizada no Cariri cearense nos dias 13 e 14 de abril e apresentado nesta quinta-feira (30), durante o  Fórum Cearense de Combate aos Impactos do Uso de Agrotóxicos (FCCA), coordenado pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MP-CE).
As principais infrações cometidas pelos produtores estão relacionadas ao uso de agrotóxicos sem receita agronômica; a utilização do produto sem indicação para a cultura e o manejo realizado por pessoa não habilitada. Além disso, foi constatada, dentre outras irregularidades, a ausência de equipamento de proteção individual (EPI) e o descarte irregular de embalagens vazias. 
Os comerciantes foram autuados, em sua maioria, por não possuírem registro na Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace); não recolherem a receita agronômica; armazenarem os agrotóxicos de maneira inadequada e pela ausência de responsável técnico no local.
Apesar do percentual elevado de autuações, o engenheiro agrônomo da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA), Flávio Rego, afirma que o objetivo do Fórum não é punir os infratores. “Nosso intuito é combater o uso indiscriminado e ilegal dos agrotóxicos e, para isso, aproveitamos essas oportunidades para orientar comerciantes e produtores.”
O promotor de Justiça Amisterdan Ximenes, do MPE-CE, acrescenta que cada órgão faz sua fiscalização individual no decorrer do ano, mas a integração de várias instituições durante uma fiscalização é essencial para a troca de experiências e o fortalecimento das ações que combatem o uso irregular de agrotóxicos.
Fonte: TV Verdes Mares 

sábado, 2 de maio de 2015

Ripa: uma gravata feita de madeira

Criado por dois jovens de Viana do Castelo, projeto aproveita madeira e tecidos descartados.

A produção destas gravatas ainda é limitada.
 produção destas gravatas ainda é limitada.
É uma gravata única, portuguesa e 100% reciclada. O projeto Ripa, criado por dois jovens de Viana do Castelo, aproveita desperdícios de madeira e tecidos para criar gravatas originais que já chamaram a atenção de clientes estrangeiros.
Ana Rita Carvalho e Nelson Sampaio, de 27 e 25 anos respetivamente, foram convidados para um casamento no Verão de 2014 e quiseram criar um acessório diferente para esse dia especial. Assim surgiu o conceito da gravata de madeira.
A bióloga e o designer decidiram apostar neste tipo de material porque se sentirem cativados “pelas características naturais da madeira”. O desenho final deste original acessório consiste em várias peças de madeira.
No dia do casamento o acessório fez furor. "Todas as pessoas reagiram positivamente à nossa invenção e vieram falar conosco sobre a gravata, mostrando muita curiosidade”.
Os convidados presentes na festa interessaram-se pela ideia, pela forma como era fabricada, pela fonte de inspiração para realizar o acessório, entre outras questões que refletiram que o produto não deixava as pessoas indiferentes.
A partir desse dia, Nelson e Ana Rita decidiram expandir o projeto RIPA. Contataram carpintarias de Viana do Castelo da zona e começaram a produzir exemplares com desperdícios de madeira.
“Contatámos as carpintarias no sentido de adquirir material que seria, à partida, descartado. Essa madeira apresenta todas as características que necessitamos para o fabrico das nossas criações”, refere o designer Nelson Sampaio.
Foi assim que surgiu a RIPA, fazendo o nome alusão às finas ripas de madeira. “Cada peça é única, já que tiramos partido das características da própria madeira: a cor, os veios e os nós que nos permitem a criação de peças exclusivas”, contam os autores.
A produção destas gravatas ainda é limitada mas o 'feedback' tem sido muito positivo e até já há clientes no estrangeiro, nomeadamente da Suíça. O objetivo da marca não é substituir as gravatas convencionais, mas sim produzir objetos de design únicos com personalidade.
Atualmente, as gravatas são o principal acessório da marca, mas Ana Rita Carvalho e Nelson Sampaio já estão a trabalhar noutros produtos que em breve serão revelados.
Fonte: Painel Florestal

Ibama disponibiliza para consulta relatório do sistema DOF




Brasília (29/04/2015) – O Ibama disponibilizou para consulta o Relatório de Informações do Documento de Origem Florestal (DOF) referente ao período de 2007 a 2012. A publicação apresenta as informações de transporte e consumo de produtos florestais no país ao longo dos anos. O objetivo é facilitar o acesso ao quantitativo de usuários do sistema e às transações efetuadas, nos níveis nacional e internacional, com as espécies mais comercializadas e seus principais usos.

Além de servir para o setor de base florestal do Brasil, o relatório pode ser um instrumento para as instituições de pesquisa, universidades e demais órgãos do governo, para um direcionamento correto das políticas de uso consciente dos produtos florestais. Segundo o material divulgado, o número de usuários aumentou 65% entre os seis anos avaliados.

Levando-se em conta apenas as transações de DOF comum efetivamente concluídas entre remetente e destinatários inscritos no Cadastro Técnico Federal (CTF), o sistema acumula um total de 4,1 milhões de documentos de transporte. Além disso, o produto mais movimentado no país é o carvão vegetal, com 38 milhões de metros de carvão (mdc), seguido por lenha, com 16 milhões de estéreos (st), e tora, com 14 milhões de metros cúbicos (m³).

O sistema DOF possui papel fundamental no monitoramento e no controle da movimentação dos produtos florestais no país. Além de garantir a legalidade da cadeia produtiva, também auxilia no combate ao desmatamento ilegal e agrega e consolida as informações de sistemas de controle estaduais similares.

Para acessar o relatório, clique aqui.

Fonte: Ibama

Abrigos de madeira sustentável são instalados na orla de Ponta Verde

Implantação é uma proposta sustentável e mais adequada ao local, pois o material usado é mais resistente à maresia.

A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) de Maceió (AL) iniciou a instalação de abrigos de madeira em cinco pontos na extensão da orla do bairro de Ponta Verde. O projeto do órgão tem por objetivo oferecer mais conforto aos usuários de ônibus da cidade, e é uma parceria com a empresa Plantar, que disponibilizou produtos florestais ecologicamente corretos.
Novos abrigos nas paradas de ônibus (Foto: Secom Maceió).
Novos abrigos nas paradas de ônibus (Foto: Secom Maceió).
Segundo a SMTT, a implantação dos abrigos é uma proposta sustentável e mais adequada ao local, pois a madeira é mais resistente à maresia. “Os abrigos foram construídos com eucalipto tratado, uma madeira ecológica e que possui garantia de dez anos. Também utilizamos uma telha ecologicamente correta, mais leve e resistente”, explica o coordenador de Projetos de Transportes da SMTT, Leônidas Calheiros.
Ainda, segundo o coordenador, além de sustentáveis os novos abrigos são maiores que os anteriores com uma área de coberta de 10m2 e possuem assentos mais confortáveis, compostos por uma base lisa de madeira. “O abrigo que fica próximo à Galeria Espaço 20, por exemplo, é duplo, com uma área de coberta de 20m2”, detalha.
Os outros quatro abrigos de madeira sustentável disponibilizados pela SMTT à população foram instalados próximo ao Posto Sete, ao Corredor Vera Arruda, à Barraca Buenos Aires e ao Maceió Mar Hotel, na Av. Álvaro Otacílio. O espaço para publicidade atualmente destaca a campanha Maio Amarelo, que visa conscientizar as pessoas chamando a atenção para a redução no número de acidentes no trânsito.
Fonte: Painel Florestal