quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Morre patrono da pesquisa em Celulose no Brasil

É com pesar que o CI Florestas divulga o falecimento do Professor Aposentado, voluntário do Laboratório de Celulose e Papel do Departamento de Engenharia Florestal da UFV, Dr. José Lívio Gomide. O velório será na Capela do Hospital São João Batista e o enterro será amanhã (31/12) às 9h na Colina da Saudade em Viçosa - MG.


Dr. Jose Lívio Gomide
Dr. José Lívio Gomide formou-se em 1965, em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná. Foi contratado pela Universidade Federal de Viçosa em 1966 para lecionar e desenvolver estudos na área de Tecnologia da Madeira. Em 1972 concluiu o curso de Magister of Science na University of Maine - USA, tendo concluído neste mesmo ano o "Five - Year Course in Pulp and Paper Management" pela mesma Universidade.

No período de 1975 a 1978, realizou estudos na North Carolina State University - USA, tendo recebido o título de Ph.D. por esta universidade em 1978. Atuou como professor visitante no Department of Wood and Paper Science no período de julho/1991 a janeiro/1993. Foi eleito em 2002 pela “Fellow of the International Academy of Wood Science”, sociedade internacional científica e honorífica, que elege seus membros “em reconhecimento às suas contribuições para as ciências da madeira".

Foi agraciado em 2003 pela Universidade Federal de Viçosa, com a Medalha de Ouro (Peter H. Rolfs) do Mérito em Pesquisa, em reconhecimento às suas relevantes atividades de pesquisas, que resultaram em efetiva contribuição ao desenvolvimento da Ciência e Tecnologia. 

Em 2006, foi agraciado com o título honorífico de “Tappi Fellow” conferido a um seleto grupo de membros desta associação técnica norte-americana, em reconhecimento aos destacados serviços e contribuições prestados à associação e à indústria de celulose e papel. 

José Lívio aposentou-se em 2013, mas atuava como Professor Voluntário no Laboratório de Celulose e Papel desenvolvendo pesquisas e lecionando disciplinas de Pós-Graduação nas áreas de Tecnologia e Química de Celulose e de Qualidade da Madeira.

O Ci Florestas presta aqui sua homenagem e profundo pesar pela perda do grande amigo e patrono da pesquisa em celulose no Brasil. Descanse em paz Professor José Lívio.

Fonte: Polo de Excelência em Florestas

Inflor anuncia expansão de sua participação nos negócios na Europa

Projeto fortalece e suporta a estratégia florestal da Altri, de otimização da capacidade produtiva florestal através da implementação de um modelo silvícola de longo prazo

A Inflor iniciou mais um importante projeto em solo europeu, desta vez na Altri Florestal, e consolida sua participação como principal player de sistemas de gestão florestal em Portugal.
Este projeto fortalece e suporta a estratégia florestal da Altri, de otimização da capacidade produtiva florestal através da implementação de um modelo silvícola de longo prazo, capaz de garantir um nível de rentabilidade adequado, gerido de forma sustentável e com a aplicação das melhores práticas florestais.
A gerente de projetos da Inflor , Ana Karyna Teixeira, explica que este projeto visa proporcionar o acesso mais rápido às informações, a implementação de forte integração entre as diversas áreas de planejamento e controle florestal, resultando na consolidação de informações estratégicas das três unidades de negócio para alta gestão.
Serão implantados os processos florestais de angariação de terras (prospecção e simulação de viabilidade), gestão de contratos, cadastro florestal e GIS, produção florestal (silvicultura), exploração florestal (colheita), ocorrências de eventos, retalhonamento (exaustão), viveiro de produção mudas e planejamento de exploração florestal. Para maior automação da integração dos processos florestais com a gestão corporativa serão implementadas várias interfaces com o ERP SAP e também a implantação dos módulos PM, PP e RE-FX, conclui Teixeira.
Miguel Silveira, administrador da Altri Florestal comenta: "Considero que a implementação do SGF na Altri é uma oportunidade para o aumento da eficiência das nossas rotinas de trabalho e também para o alcance de um nível superior na tomada de decisões relacionadas com o negócio florestal".
Luís Ferreira, responsável pelo projeto na Altri, acrescenta: "Esperamos que o sistema proporcione uma maior integração dos nossos processos de negócio e que forneça a informação essencial à nossa gestão florestal, possibilitando um controlo eficiente das principais variáveis de produção e dos valores financeiros envolvidos".
Sobre a Altri
A Altri é uma empresa de referência europeia na produção de pasta de eucalipto e na gestão florestal. Atualmente a Altri possui três fábricas de pasta de eucalipto branqueado - a Celbi, a Caima e a Celtejo - com uma capacidade anual nominal de cerca de 900 mil toneladas. A gestão florestal é uma atividade central da Altri, que gere em Portugal cerca de 82 mil hectares de floresta certificada.

Sobre a Inflor
A Inflor está mudando a maneira de gerenciar ativos biológicos ao redor do mundo. Desde sua criação, colabora com as pessoas que possuem a incrível missão de plantar e colher, com isso, já são mais de 5 milhões de hectares espalhados em 4 continentes. Com um histórico de mais de 20 anos de experiência, suas soluções auxiliam as pessoas a maximizarem a performance na administração de ativos florestais e agrícolas, permitindo que empresas e produtores alavanquem seus ganhos através do uso consciente dos recursos naturais e respeito socioambiental. Sua essência está na transformação da tecnologia em verdadeiras raízes http://www.inflor.com.br.
Fonte: Painel Florestal 

Fábrica da Klabin é o ponto de partida do Scorpion Tour da Ponsse no Brasil

O harvester Ponsse Scorpion será exibido nesta quinta-feira, 17, no município de Telêmaco Borba, no interior do Paraná

A exibição do harvester Ponsse Scorpion será na fábrica da Klabin em Telêmaco Borba
A exibição do harvester Ponsse Scorpion será na fábrica da
 Klabin em Telêmaco Borba
Com a chegada do harvester Ponsse Scorpion, a América Latina e a Ponsse Brasil planejaram um grande tour da máquina pelas principais capitais da colheita florestal do país. Para início da viagem, o local escolhido foi Telêmaco Borba - Paraná, cidade sede da Klabin, um dos clientes Ponsse. O evento irá acontecer nesta quinta-feira, 17, na fazenda Monte Alegre, onde a empresa irá receber os clientes para conhecer em primeira mão a máquina que revolucionou o mercado florestal.
O Scorpion foi lançado na Suécia em 2013, durante a maior feira florestal do mundo, que é a Elmia Wood e, desde o seu lançamento, foi um sucesso absoluto de mercado pelas novas características apresentadas e também pelas inovações tecnológicas que a máquina trouxe ao mercado florestal.
Como de habitual na linha de produtos Ponsse, o harvester Ponsse Scorpion foi desenvolvido para melhorar o trabalho do operador florestal e a produtividade da colheita. Sendo assim, o Scorpion possui grandes destaques, e entre eles está a sua cabine giratória que permite uma visibilidade excelente por todas as direções, a nova grua C50 desenvolvida especialmente para a máquina e que permite que a operação seja eficiente por ser projetada para não atrapalhar no momento da escolha da árvore pelo operador.
Além da visibilidade oferecida, a máquina também conta com um sistema de balanceamento e nivelamento especial. A cabine do harvester Ponsse Scorpion foi colocada em um eixo separado no centro da máquina e independente do resto da máquina. Ou seja, em todos os momentos do trabalho a cabine mantém o operador nivelado, mesmo nos terrenos mais difíceis, o que garante um conforto e uma ergonomia muito melhor para o operador durante todo o período de trabalho.
O desenvolvimento e criação do harvester Ponsse Scorpion foi o último grande desejo do fundador da Ponsse, Einari Vidgrén, que faleceu em 2010. Einari sonhava com uma máquina florestal que iria mudar completamente a forma de ver do setor florestal, algo tão inovador e que facilitasse a forma de ver a colheita. O Scorpion é resultado de 45 anos de trabalho de uma empresa que se dedica para ser sempre a melhor amiga do produtor florestal.
Fonte: Painel Florestal 

Pöyry conquista novo contrato de serviço para a fábrica de celulose da Fibria em Três Lagoas

O Projeto Horizonte 2 terá capacidade anual de produzir 1,75 milhão de toneladas de celulose branqueada de eucalipto

A Fibria, maior produtora mundial de celulose de eucalipto, selecionou a Pöyry para prestação de serviços na modalidade EPCM (Engineering, Procurement, Construction and Management) para a realização do BOP (Balance of Plant) do Projeto Horizonte 2, no Brasil. Os serviços cobrem as interligações entre todas as áreas de processo, os turbogeradores e sistemas de distribuição de vapor, a central de resfriamento de água e outros sistemas complementares.
Unidade da Fibria em Três Lagoas
Unidade da Fibria em Três Lagoas
A capacidade de produção anual projetada é de 1,75 milhão de toneladas de celulose branqueada de eucalipto, e a partida da planta está prevista para o último trimestre de 2017. A nova fábrica de celulose será construída em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, onde a Fibria já possui uma planta (Horizonte 1), produzindo 1,3 milhão de toneladas de celulose branqueada de eucalipto desde 2009. Para o projeto Horizonte 1, a Pöyry foi responsável pelos estudos conceitual e ambiental, bem como pelo BOP, EPCM e gerenciamento global.
Considerada estado da arte, a nova fábrica de celulose contará com as melhores tecnologias disponíveis e as melhores práticas ambientais. Com a expansão, a capacidade total de produção da Fibria vai passar de 5,3 milhões para mais de 7 milhões de toneladas de celulose por ano.
A Pöyry está envolvida com o projeto desde janeiro de 2011, quando foi selecionada pela Fibria para a realização dos estudos conceitual e ambiental do projeto.
“Este acordo reforça a posição da Pöyry como líder mundial em consultoria e engenharia em celulose e papel, e é o resultado da combinação da expertise de uma série de disciplinas complementares na companhia”, diz Marcelo Cordaro, presidente da Pöyry para América Latina. O valor do contrato não foi divulgado.
Sobre a Pöyry
A Pöyry é uma empresa multinacional de engenharia e consultoria, dedicada a um modelo de sustentabilidade equilibrada – balanced sustainability – e gestão responsável, que atende, globalmente, a clientes no setor industrial e de energia, e presta serviços localmente a diversos mercados estratégicos. Com atuação focada em qualidade e integridade, realiza consultoria técnica e estratégica e serviços de engenharia sustentados por uma vasta experiência e capacidade de implantação de projetos. Atua nos segmentos de energia (geração, transmissão e distribuição), florestal, papel e celulose, químicos e biorrefinaria, mineração e metalurgia, infraestrutura e água.
No Brasil, a Pöyry iniciou atividades em 1974, tendo criado a sua subsidiária brasileira em 1999. Nesse período, aumentou o seu escopo de atuação, ingressando ainda mais nas áreas de consultoria e gerenciamento de projetos, além dos serviços de engenharia de fábrica. Atualmente, conta com mais de 600 colaboradores no País e atende mais de 50 clientes, de diversos setores.
Globalmente, a empresa possui mais de 6.000 especialistas, além de uma extensa rede de escritórios locais. O faturamento do grupo em 2014 foi de 571 milhões de euros, e as ações da empresa estão cotadas na bolsa NASDAQ OMX Helsinki.
Fonte: Painel Florestal 

Fibria integra a carteira do índice de sustentabilidade da Bolsa de Nova York

Empresa é destaque do setor de Produtos Florestais e Papel nos Mercados Emergentes.

Unidade industrial localizada em Aracruz, no Espírito Santo.
Unidade industrial localizada em Aracruz, no Espírito Santo.
A Fibria foi selecionada para compor a carteira de ações para o período 2015-2016 do índice Dow Jones de Sustentabilidade de Mercados Emergentes (DJSI Emerging Markets), da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). O DJSI é a principal referência em sustentabilidade do mercado para companhias de capital aberto.
No DJSI Emerging Markets 2015-2016, somente duas empresas do setor de Produtos Florestais e Papel foram selecionadas entre as oito que concorreram: as brasileiras Fibria e Duratex. O anúncio das carteiras 2015/2016 do Índice Dow Jones de Sustentabilidade aconteceu no dia 10 de setembro pela RobecoSAM, empresa independente focada em investimentos sustentáveis, com sede na Suíça.
Para o presidente da Fibria, Marcelo Castelli, seguir na carteira do DJSI Emerging Markets evidencia o compromisso da companhia com a sustentabilidade. “A permanência da Fibria no principal índice global de sustentabilidade é um reconhecimento aos esforços da empresa nas áreas ambiental, social, na governança corporativa e na nossa atuação para mitigar os efeitos das mudanças climáticas, além de contribuir para ampliar a nossa credibilidade perante os acionistas e investidores”, afirmou.
Fonte: Painel Florestal 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

ILPF agora está na mira de produtores rurais em Dourados

Esse tema foi debatido por pesquisadores da Embrapa e técnicos da Copasul com cerca de 80 inscritos

Embrapa mostra que a ILPF é o melhor caminho para o produtor rural
Embrapa mostra que a ILPF é o melhor caminho para o produtor rural
A adoção de sistemas sustentáveis de produção nas propriedades rurais de Mato Grosso do Sul pode e precisa ser ampliada. Segundo pesquisador Júlio Cesar Salton, da Embrapa Agropecuária Oeste, em Dourados, Mato Grosso do Sul, ainda existem propriedades que realizam o monocultivo da soja ao invés da rotação de culturas, o que intensifica os problemas sanitários, aumenta o custo de produção e deixa a produtividade média da cultura estagnada. Soma-se a isso, o fato de ainda existir milhões de hectares de pastagens degradadas no Estado.
Esse tema foi debatido por pesquisadores da Embrapa e técnicos da Copasul com cerca de 80 inscritos - entre técnicos, produtores rurais, estudantes e professores de ciências agrárias, no Dia de Campo "Sistemas integrados de produção agropecuária (Integração Lavoura-Pecuária e Integração Lavoura-Pecuária-Floresta)", realizado em 9 de dezembro. O evento foi na Fazenda Copasul II, onde estão os experimentos da Embrapa Agropecuária Oeste (que somam uma área de 31 hectares).
Para o superintendente da Copasul, Gervásio Kamitani, a possibilidade de melhorar a produção de carne da região de Naviraí associada à produção de grãos deve ser aproveitada pelos produtores. "É uma grande oportunidade de aumentarmos a produção de carne, investir na produção de culturas e diversificar sem perder de vista a sustentabilidade", disse Kamitani.
Antônio Oliveira, superintendente de planejamento da Secretaria de Produção e Agricultura Familiar de MS (Sepaf/MS), representando o secretário Fernando Lamas, lembrou que o governo do Estado vai colocar em prática, em 2016, o Programa de Recuperação de Pastagens Degradadas. Entre as ações do programa, estão financiamentos por meio do FCO, entre outros; instalação e ampliação de armazéns e capacitação continuada. "Este modelo de Dia de Campo, como o realizado pela Copasul e Embrapa, é um exemplo de transferência de tecnologia que pode e deve ser adotado", avaliou Oliveira.
O pesquisador Guilherme Asmus, chefe geral da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), falou que ainda existe vazio demográfico e vazio tecnológico em Mato Grosso do Sul, mas que devem ser vistos como oportunidade para o desenvolvimento do Estado. "Estamos em um Estado que possui cerca de dois milhões de habitantes. Estamos indo bem, mas ainda temos espaço para mais desenvolvimento. E devemos colocar em prática as tecnologias que estão ao dispor para o setor agropecuário e buscar sistemas de produção adequados à realidade regionais", afirmou.
Lavoura, pecuária e floresta
Muitas áreas de pastagens da região de Naviraí estão degradadas e precisam ser recuperadas. O cultivo da soja integrado ao sistema, no mínimo, cobre os custos da recuperação dos pastos. Porém, só é viável cultivar a soja em Sistema Plantio Direto (palha e correção). Mas para o sistema plantio direto ser eficiente, é preciso ter uma boa pastagem, por isso o mais indicado é realizar a integração lavoura-pecuária.
No caso da região de Naviraí, a indicação é o Sistema São Mateus: correção química e física do solo com formação de palhada para o plantio direto da sequência soja/pasto/pasto/soja.
Com a integração lavoura-pecuária (ILP), a temperatura é mais amena devido à palhada que está no solo. Na integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), além desse benefício, a árvore contribui para amenizar a temperatura. Esse fator é importante, principalmente nos chamados veranicos, que são os períodos de chuvas irregulares. Quanto menos a temperatura do solo e da planta, menor a evapotranspiração.
Outro benefício da ILP/ILPF é a redução na emissão de gases de efeito estufa. Nesses sistemas, existe o acúmulo de carbono no solo e árvores, reduzindo sua emissão para atmosfera; não há perdas de solo por erosão; diminui-se o tempo de abate dos animais (ou seja, menor emissão de metano para atmosfera); potencializa-e o uso de insumos, como fertilizantes, combustível, sal mineral, pesticidas, entre outros; aumenta-se a produtividade com menor emissão de gases de efeito estufa por quilo de produto.
Realização
A realização do Dia de Campo foi da Embrapa Agropecuária Oeste (Dourados, MS), Embrapa Gado de Corte e Cooperativa Agrícola Sul Matogrossense (Copasul - Naviraí, MS). O evento faz parte de uma das atividades do Projeto Integração Lavoura-Pecuária/Rede de Fomento em ILPF.
Fonte: Embrapa Agropecuária Oeste

Fibria inaugura o primeiro apiário experimental da Costa Leste

O objetivo é contribuir para o fortalecimento da apicultura na região

Com o intuito de disseminar conhecimentos e técnicas que fortalecerão a cadeia produtiva da apicultura no Mato Grosso do Sul, a Fibria, em parceria com a Syngenta, inaugurou, na última sexta-feira (11), o primeiro Apiário Experimental da região Costa Leste de Mato Grosso do Sul.
O apiário está localizado em Três Lagoas (MS) e tem o apoio da SyngentaLocalizado na Fazenda Palmito, próximo à fábrica da Fibria em Três Lagoas (MS), o local possui estrutura semelhante a um centro de pesquisas, no qual será possível realizar estudos para o melhoramento das abelhas, incluindo desde a seleção até a multiplicação da espécie.
O apiário atenderá 133 apicultores de cinco associações beneficiadas pelo Programa Colmeias. A ideia é compreender a abelha na sua totalidade e descobrir quais são as potencialidades que podem e devem ser multiplicadas. Todo o conhecimento adquirido por meio do desenvolvimento dessas pesquisas será disseminado entre os associados do programa.
“O objetivo é desenvolver novas técnicas que permitam melhorias nutricionais e genéticas, com avanços no monitoramento das abelhas e na produtividade do mel”, afirma Flávia Tayama, coordenadora de Sustentabilidade da Fibria.
Apicultores recebendo instruçõesApicultores recebendo instruções
Parceira da Rede Responsável, a Syngenta, por meio do The Good Growth Plan - seu Plano de Agricultura Sustentável - desenvolve atividades que demonstram que é possível harmonizar o trabalho de agricultores e apicultores, preservar a biodiversidade e promover as cadeias produtivas de alimentos, como a do mel, proporcionando a melhoria na geração de renda e qualidade de vida das comunidades.
“Entendemos que a manutenção das populações de abelhas saudáveis e os serviços de polinização que elas fornecem são essenciais para promover a biodiversidade e um sistema agrícola próspero. Estamos certos de que o apiário experimental, desenvolvido em parceria com a Fibria, se tornará uma importante referência no país para essa questão”, explica Rose Rodrigues, diretora de Registro da Syngenta.
Rede Responsável
Ferramenta de compartilhamento de investimento socioambiental da Fibria, a Rede Responsável nasceu dos aprendizados decorrentes dos projetos de investimento orientados para o desenvolvimento econômico e social das comunidades com as quais se relaciona, da necessidade de consolidar os princípios de sustentabilidade às práticas da Fibria de engajar mais empresas aos processos de desenvolvimento local.
A Fibria, por meio da Rede Responsável, atua como elo entre as organizações parceiras e as associações beneficiadas, prestando todo o suporte necessário para a gestão dos projetos e prestação de contas dos investimentos realizados, transferindo aos parceiros as experiências e vivências relacionadas ao conhecimento adquirido com os projetos de investimento socioambiental.
Programa Colmeias
O Colmeias é um programa que atua em três eixos: organização e gestão das associações, produção e comercialização do mel. Tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos apicultores, gerando trabalho e renda por meio do desenvolvimento e aperfeiçoamento da cadeia apícola. As colmeias são instaladas em áreas da Fibria, onde as florestas estão em fase de floração, para que as abelhas se utilizem do néctar para a produção do mel.
Somente em Mato Grosso do Sul o programa conta com a participação de 133 apicultores que residem nos municípios vizinhos às operações da Fibria: Três Lagoas, Brasilândia, Água Clara e Selvíria.
A empresa Zapata Consultoria, especializada em consultoria apícola e referência na América Latina, fornece conhecimento e novas técnicas aos apicultores. O intuito é aumentar a produtividade média do mel em curto prazo em meio às florestas plantadas da unidade.
O Programa Colmeias está alinhado aos objetivos e metas da Fibria, que são o desenvolvimento local de forma integrada e compartilhada com as comunidades rurais vizinhas e a produção autossustentável de culturas alimentícias junto aos plantios de eucalipto. Além disso, o projeto promove a diversificação das atividades agrícolas, a geração de renda em regiões onde a Fibria atua e, principalmente, a qualidade de vida das pessoas inseridas neste contexto.
Sobre a Fibria
Líder mundial na produção de celulose de eucalipto, a Fibria é uma empresa que procura atender, de forma sustentável, à crescente demanda global por produtos oriundos da floresta. Com capacidade produtiva de 5,3 milhões de toneladas anuais de celulose, a companhia conta com unidades industriais localizadas em Aracruz (ES), Jacareí (SP) e Três Lagoas (MS), além de Eunápolis (BA), onde mantém a Veracel em joint-operation com a Stora Enso. Em maio de 2015, a Fibria anunciou a expansão da unidade de Três Lagoas, que terá uma nova linha com capacidade produtiva de 1,75 milhão de toneladas de celulose por ano. A previsão é que a nova fábrica comece a operação no quarto trimestre de 2017. A companhia possui 967 mil hectares de florestas, sendo 563 mil hectares de florestas plantadas e 343 mil hectares de áreas de preservação e de conservação ambiental. A celulose produzida pela Fibria é exportada para mais de 40 países.
Fonte: Painel Florestal