quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - TUPINAMBÁS LANÇA PROGRAMA DE VOLUNTARIADO 2016


Foto: Alfredo MafraO Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade é uma autarquia em regime especial. Criado dia 28 de agosto de 2007, pela Lei 11.516, o ICMBio é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama).

Cabe ao Instituto executar as ações do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, podendo propor, implantar, gerir, proteger, fiscalizar e monitorar as UCs instituídas pela União.

Cabe a ele ainda fomentar e executar programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade e exercer o poder de polícia ambiental para a proteção das Unidades de Conservação federais.

A Estação Ecológica (Esec) Tupinambás, unidade de conservação (UC) marinha gerida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), entre os municípios de São Sebastião e Ubatuba, em São Paulo, está com inscrições abertas para o Programa de Voluntariado 2016.

A iniciativa tem como objetivos inserir estudantes, profissionais e interessados no contexto das atividades da UC e do ICMBio; sensibilizar um número maior de pessoas em relação à importância da conservação ambiental; estimular a pesquisa científica; e divulgar as características, a relevância ecológica e os objetivos da unidade.

São oferecidas, ao todo, 31 vagas, sendo dez para a área de Monitoramento da Biodiversidade, com período de trabalho de janeiro a dezembro; 20 vagas para Apoio à Gestão em Ubatuba, de março a dezembro; e uma vaga para Apoio à Pesquisa Científica, de março a setembro. Confira aqui os objetivos e demais detalhes de cada área de atuação.

Os candidatos devem enviar currículo resumido e formulário de inscrição preenchido para o endereço: voluntariado.esectupinambas@icmbio.gov.br até o dia 8 de janeiro de 2016.

Mais informações:

Av. Manoel Hipólito do Rego, 1907 - Arrastão – São Sebastião (SP)
(12) 3892-4427

Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280

Fonte: ICMBio

domingo, 13 de dezembro de 2015

Florestal Noticias: Pesquisadores fundam Sociedade Científica do Semiá...

Florestal Noticias: Pesquisadores fundam Sociedade Científica do Semiá...: Pesquisadores fundam Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro Uma reunião com representantes de instituições de educação e pesquisa...

Pesquisadores fundam Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro

Pesquisadores fundam Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro
Uma reunião com representantes de instituições de educação e pesquisa que atuam no Semiárido brasileiro, em Serra Talhada, Pernambuco, marcou a primeira assembleia geral para a criação da Sociedade Científica do Semiárido Brasileiro (SCSB). No evento, estiveram presentes 18 representantes, considerados sócios-fundadores, de três instituições de ensino, pesquisa e extensão: Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI) e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), representados pela Unidade Acadêmica de Serra Talhada (UAST) e Unidade Acadêmica de Garanhuns (UAG).
A SCSB será estruturada como entidade civil sem fins lucrativos ou posição político-partidária, voltada para a defesa do avanço científico e tecnológico do Semiárido Brasileiro, bem como do desenvolvimento educacional da região. O Instituto Nacional do Semiárido (Insa) é uma das instituições fundadoras e integrante do Conselho Consultivo da entidade que também contará com pontos focais nos estados do Semiárido e congregará pesquisadores que atuam nas mais diversas áreas relacionadas a toda a região.
A iniciativa deve resultar em benefícios sociais e econômicos para as regiões semiáridas do Brasil e do mundo, pois uma sociedade criada para esse propósito poderá contribuir significativamente em soluções para os problemas que são específicos a estes territórios.
Atuação e perspectivas –  A SCBS pretende fortalecer a rede com o ingresso de outras instituições de ciência, tecnologia e inovação (CT&I) e atrair o interesse social e político, nacional e internacional, ampliando as possibilidades de financiamento para pesquisa e extensão no Semiárido. Esta ação representa um passo importante para os setores de pesquisa na região e aumentará as possibilidades de estudantes, professores e pesquisadores receberem apoio institucional para o desenvolvimento de seus projetos.
Inicialmente, a SCBS irá focar suas atividades com a temática de produção vegetal (do tipo frutícola, hortícola, grãos e ferragens, por exemplo), trabalhando para consolidar novos grupos de pesquisa, ampliar as linhas de fomento destinadas a atividade científica e aumentar a qualidade das pesquisas desenvolvidas, bem como a intensidade com que as tecnologias desenvolvidas são difundidas para a comunidade rural.
Como associar-se – Uma das primeiras atividades prevista para a SCSB é a 2ª edição do Simpósio Nacional de Estados para a Produção Vegetal do Semiárido (Sinprovs), que está agendada para maio de 2016. O professor Adriano do Nascimento Simões, da UFRPE, foi eleito pelo Conselho como presidente neste primeiro ano de atuação da entidade. Os pesquisadores e pesquisadoras que desejarem se associar podem entrar em contato pelo e-mail adriano@uast.ufrpe.br.
Fonte: Instituto Nacional do Semiárido.
Imagem: Flickr Otávio Nogueira

sábado, 12 de dezembro de 2015

BNDES financia mais de R$ 97 bilhões em energia renovável, com destaque para a biomassa

Recursos do banco foram destinados, em condições diferenciadas, a 285 projetos de geração de energia elétrica, entre 2003 e 2015

O cavaco do eucalipto tem recebido uma atenção cada vez maior
O cavaco do eucalipto tem recebido uma atenção cada vez maior
Nos últimos 12 anos, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) investiu mais de R$ 97 bilhões em forma de financiamento a projetos de geração de energia elétrica de fontes renováveis, entre hidrelétricas, eólica e biomassa.
Entre 2003 e o primeiro semestre de deste ano, 285 projetos receberam financiamento com condições diferenciadas de mercado. Além deste valor, mais R$ 46,8 bilhões em financiamento foram destinados a transmissão, distribuição e racionalização de energia elétrica como um todo.
Até o final de 2015, as energias renováveis devem representar 84,4% da matriz de energia elétrica no País, segundo previsão do Plano Decenal de Expansão de Energia 2024 (PDE) do Ministério de Minas e Energia.
A produção de energia elétrica por força das águas, seja por grandes hidrelétricas ou por Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), ainda é responsável pela maior parte do investimento, com R$ 74,6 bilhões. Em contrapartida, o número de iniciativas que geram eletricidade a partir da biomassa e da energia eólica é quase metade dos projetos de geração de energia renovável, com 108 empreendimentos.
Juntas, a produção de energia eólica e de biomassa recebeu R$ 22,7 bilhões em financiamento durante o período, com capacidade instalada de 9.658 Mega Watts. O valor equivale a 61% do investimento total dos negócios. Ou seja, o financiamento público é responsável por mais da metade do valor necessário para o crescimento do setor dessas energias renováveis alternativas.
A energia solar, outra fonte que tem aumentado sua presença na matriz energética, ainda não recebeu financiamentos do BNDES, uma vez que a primeira contratação de energia solar fotovoltaica foi realizada recentemente. Nos dois Leilões de Energia de Reserva, ocorridos em agosto e novembro, foram contratados 63 projetos de geração de eletricidade através da energia solar.
Os investimentos contribuem para a expansão de energias alternativas, como a eólica. Em apenas um ano, a capacidade instalada eólica brasileira cresceu 133%, no comparativo de março deste ano e março de 2014. O Brasil hoje é o décimo maior gerador de energia eólica do mundo, segundo o Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia.
Fonte: Portal Brasil

Ibá destaca importância de árvores plantadas na preservação de recursos hídricos

Disponível no site da associação, infográfico mostra como o manejo sustentável feito pelo setor contribui para preservar microbacias

A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) desenvolveu um infográfico sobre o papel do setor florestal na preservação de recursos hídricos, demonstrando o papel do manejo sustentável na preservação de microbacias e também do solo.
As florestas são importantes para a manutenção dos rios e na preservação das nascentes
As florestas são importantes para a manutenção dos
rios e na preservação das nascentes
As florestas plantadas para fins industriais estão presentes na vida das pessoas em produtos como papel para impressão e papel higiênico, fraldas, móveis e painéis de madeira. E como qualquer atividade humana, elas consomem água. A indústria de árvores plantadas vem aprimorando suas práticas de manejo e gestão da paisagem, de forma a elevar a eficiência das operações e possibilitar um aumento na produtividade com menor uso de recursos naturais, incluindo a água.
O infográfico “Árvores Plantadas e Recursos Hídricos”, disponível no site da Ibá, demonstra o compromisso das empresas do setor nos diferentes aspectos da relação entre a silvicultura e recursos hídricos e deixa claro o sistema de reuso da água em todo o processo produtivo.
“São ações como o plantio em mosaicos, com florestas nativas se intercalando com a plantação para fins industriais, que possibilitam a regularidade na disponibilidade de recursos hídricos, conservação do solo e perenidade das nascentes de rios”, explica Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Ibá. “Esse sistema de plantio, tão utilizado pelo setor florestal no Brasil, garante a regulação do fluxo de água. Por isso é fundamental ter árvores preservando as nascentes para manter o fluxo hídrico durante todo o ano.”
Já as análises e a gestão das microbacias permitem entender as condições hídricas das regiões e como as ações do homem na paisagem afetam a quantidade e a qualidade desse recurso. Indicadores ambientais das microbacias apontam se as práticas de manejo florestal podem garantir a disponibilidade de água para a produção florestal e para as demandas de uso na sociedade.
As árvores plantadas atualmente são fonte de mais de cinco mil produtos e subprodutos e geram diversos benefícios climáticos como sequestro de carbono e preservação de recursos hídricos. Para acessar o infográfico, basta utilizar o link: http://iba.org/images/shared/Info_agua_PDF_interativo.pdf
SOBRE A IBÁ
A Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) é a associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas, do campo à indústria, junto a seus principais públicos de interesse. Lançada em abril de 2014, representa 61 empresas e nove entidades estaduais de produtos originários do cultivo de árvores plantadas - painéis de madeira, pisos laminados, celulose, papel, florestas energéticas e biomassa -, além dos produtores independentes de árvores plantadas e investidores institucionais. Saiba mais em www.iba.org.
Fonte: Painel Florestal

Imaflora analisa o estágio das políticas e projetos de manutenção de floresta

O trabalho também é focado na biodiversidade e garantias às populações vulneráveis, além do REDD+


Trecho da floresta amazônica
Trecho da floresta amazônica
O estudo “REDD+ no Brasil: status das salvaguardas socioambientais em políticas públicas e projetos privados”, desenvolvido pelo Imaflora, com a colaboração do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (Idesam) e da Força Tarefa dos Governadores para Floresta e Clima, foi pensado diante da importância de conhecer e analisar as políticas e projetos existentes na área, nas esferas pública e privada, bem como os estágios em que se encontram, dada à urgência de impedir o avanço do desmatamento no Brasil e evitar o agravamento de suas consequências.
O REDD+, explicado na publicação, significa a redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa e contribuem para o aquecimento global, causados pela degradação e pelo desmatamento florestal. O sinal de + indica que políticas nessa direção pressupõem a manutenção e o aumento dos estoques de carbono, além do manejo sustentável das áreas de mata. As salvaguardas a que se refere o estudo são medidas no sentido de assegurar os direitos das populações tradicionais, dos povos indígenas ou de outra população vulnerável e ainda de contribuir para o aumento da biodiversidade, com base em um sistema de governança robusta e transparente.
No entender do Imaflora, trata-se de um instrumento fundamental não só para contribuir com a conservação da floresta, mas também como um vetor de desenvolvimento sustentável regional e estratégia essencial para o sucesso das metas brasileiras para os cortes das emissões em 43% até 2030. No entanto, a execução de medidas a esse respeito no país, na esfera pública, ainda não ganharam a escala desejada, enquanto empresas privadas lideram iniciativas nesse sentido.
“As razões para a lentidão nos estados e no nível federal devem-se, sobretudo à falta de políticas de REDD+ estruturadas e pela lacuna na continuidade das ações implementadas a cada mudança de governo. Por isso, consideramos importante conhecer, analisar e compartilhar as informações sobre a presença de salvaguardas socioambientais e as iniciativas de REDD+ em andamento e seus diversos estágios. Entender os marcos legais, seus aspectos sensíveis e como podem ser integrados, na medida do possível”, diz Maurício Voivodic, engenheiro florestal e secretário executivo do Imaflora, coautor do estudo, ao lado de Marina Piatto, Bruno Brasil e Junia Karst, todos da equipe do Instituto.
A publicação se detém na abordagem do status das salvaguardas de cada iniciativa de REDD+, nas duas esferas, na pública, nas quais os estados do Acre e do Mato Grosso mostram as experiências mais maduras, e nos 16 projetos implementados pela iniciativa privada no Amapá, Rondônia, Roraima, Amazonas, Tocantins e Pará, além dos dois estados já mencionados. Em seu último capitulo “REDD+ no Brasil: status das salvaguardas socioambientais em políticas públicas e projetos privados”, aponta recomendações, entre as quais, o fortalecimento da participação e do controle social, o respeito à cultura e às tradições das populações locais ou vulneráveis e um sistema que inclua a repartição igualitária dos benefícios obtidos pelas políticas de REDD+.
Sobre o Imaflora
O Imaflora é uma Organização Não Governamental, brasileira, criada em 1995, a partir dos debates sobre a importância da conservação da floresta tropical, intensificados a partir da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente.
Trabalha para promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e para gerar benefícios sociais nos setores florestal e agropecuário.
É acreditado ao FSC® Forest Stewardship Council® (em português, Conselho de Manejo Florestal) e é certificador da Rainforest Alliance CertifiedTM/ Rede de Agricultura Sustentável, no Brasil. Tem atuação nacional e participação em fóruns internacionais, com sede em Piracicaba, interior de São Paulo. Saiba mais em www.imaflora.org

Fonte: Imaflora

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

I SEMANA DE ESTUDOS ACADÊMICOS DO CURSO DE ECOLOGIA UFERSA

Ações Antrópicas e impactos na Biodiversidade
 

A primeira semana de estudos acadêmicos do curso de graduação em Ecologia propõe a reunião de profissionais e estudantes na área de ecologia para divulgação e discussões de temas relacionados às ações antrópicas sobre a biodiversidade, tal como os impactos negativos e as alternativas de minimizar ou solucionar os problemas ambientais. A semana acadêmica foi planejada pelos integrantes do Programa de Apoio à Melhoria do ensino de Graduação (PAMEG) em parceria com o Centro Acadêmico do curso de Ecologia, a Empresa Júnior do curso de Ecologia - Ecoando - Soluções Ambientais e os professores do curso. O evento contará com palestras, mesas redondas, minicursos, stands interativos no qual os discentes do curso de Ecologia irão expor trabalhos científicos e vivências em ecologia e áreas afins. O Evento atrairá a atenção de estudantes, docentes, técnicos e profissionais de Ecologia e áreas afins para discutir temas atuais que relacionam as atividades humanas e os impactos gerados ao ambiente, promovendo assim, a instrumentalização de ações para minimizar os impactos negativos.

Link: I SEMANA DE ESTUDOS ACADÊMICOS DO CURSO DE ECOLOGIA UFERSA