terça-feira, 14 de julho de 2015

Investigação detalha esquema de venda ilegal de madeira

Quadrilha fraudava a exploração de madeira em áreas proibidas.

As investigações da Polícia Civil e do Ministério Público do Pará detalharam a atuação de uma quadrilha especializada na venda ilegal de madeira no estado do Pará. Neste mês, dez pessoas foram presas em Belém, Ananindeua, Itaituba e Tucuruí, suspeitas de participação no esquema criado para dar aparência de legalidade à exploração de madeira em áreas proibidas e, segundo a Polícia, rendeu mais de R$ 300 milhões para o grupo só no ano de 2015. A Polícia aponta Rodrigo Andrade e Menandro Freire como chefes do esquema.
Segundo a Polícia, esquema rendeu mais de R$ 300 milhões em 2015.
Segundo a Polícia, esquema rendeu mais de R$ 300 milhões em 2015.
De acordo com as investigações, Alex Renato Carvalho, Arley Figueiredo Rosas e Alcides da Silva Machado, que está foragido, seriam os intermediários na compra e venda de madeira ilegal. O grupo também é acusado de comprar empresas bloqueadas pela Secretaria de Meio Ambiente. Segundo a Polícia, eles pagavam multas e regularizavam a documentação das empresas, para que pudessem criar empresas fantasmas.
"Todos eles ganham através de intermediação de negociação, então eles procuram os empreendimentos para oferecer para os cabeças (Rodrigo e Menandro). Quando eles localizam os empreendimentos, se o custo é R$ 60 mil eles vendem a R$ 70 mil e ganham R$ 10 mil de comissão", explica o delegado Marcos Miléo.
Para a Polícia, as ações da quadrilha eram facilitadas por Gelson Gomes de Andrade, pai de Rodrigo, Cleber Eduardo Ferreira e Vildemar Fernandes Filho, que também são acusados de negociar a madeira com os compradores. Vildemar era assessor especial do gabinete do Governador com um salário de R$ 3 mil por mês, mas levava uma vida de luxo. Ele foi exonerado após a prisão.
"O Rodrigo, o Vildemar, Gelson, são pessoas que, nesse ramo da madeira, são conhecidas por praticamente todo mundo que trabalha nessa área. Eles são conhecidos pelo grande fluxo de comercialização que eles possuem, apesar de não possuírem nenhum empreendimento", detalha Miléo.
André Chacon da Costa é apontado como o despachante da quadrilha e a engenheira florestal Rosane do Amaral Freitas seria a responsável por assinar as guias florestais falsas usadas para driblar a fiscalização. Rosane já trabalhou no Ibama em 2002 e foi exonerada no ano seguinte. O motivo da exoneração não foi divulgado.
Edmilson Rodrigues da Silva é apontado como o gerente da organização criminosa, e com ele, foram apreendidos vários documentos. Tarcísio Augusto de Andrade Pereira seria o financiador do esquema e segue foragido. Tarcísio foi filmado ostentando dinheiro em um avião fretado, em uma gravação feita por celular.
O inquérito foi concluído e encaminhado para a justiça, mas documentos da quadrilha ainda são investigados e podem revelar o envolvimento da quadrilha em outros esquemas. "Tem novas fraudes, fraudes antigas que foram encontrados documentos de posse deles. Isso vai dar uma oxigenação em algumas outras investigações que já ocorreram e em novas investigações também", conclui o delegado.
O advogado de Rodrigo e Gelson de Andrade informou que só vai se pronunciar quando o Ministério Público formalizar a denúncia, assim como o advogado de André Chacon. Segundo o advogado de Rosane Amaral, a cliente nega todas as acusações. Os advogados de Menandro Freire, Alex Carvalho, Arley Rosas, Alcides Junior, Cleber Ferreira, Vildemar Filho, Edmilson da Silva e Tarcísio Pereira não foram localizados. Segundo a Superintendência do Sistema Penal do Estado, todos seguem detidos, exceto Rodrigo de Andrade e Rosane Amaral.
Fonte: G1

DF destina R$ 8,2 milhões para seis projetos ambientais

Parte das propostas passará por ajustes antes da liberação dos recursos.

O governo do Distrito Federal aprovou o investimento de R$ 8,2 milhões em seis projetos ambientais, como de hortas urbanas e controle de poluentes veiculares. A medida foi adotada neste mês, e algumas propostas ainda passarão por ajustes antes da liberação dos recursos.
De acordo com o GDF, apenas duas já têm projetos estruturados e aprovados pelo próprio Fundo Único do Meio Ambiente. Uma delas é o trabalho de apoio e orientação aos produtores rurais para a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) — obrigatória e prevista no novo Código Florestal.
Horta urbana no Sudoeste, no Distrito Federal (Foto: Agência Brasília).
Horta urbana no Sudoeste, no Distrito Federal
(Foto: Agência Brasília).
Outro financiamento será das atividades da Virada Sustentável, evento que faz parte da programação da Semana do Cerrado, entre 11 e 13 de setembro. Os interessados devem apresentar propostas de oficinas, palestras e exposições, sempre relacionadas à sustentabilidade. A Secretaria do Meio Ambiente promoveu um workshop para tirar dúvidas e orientar a elaboração de projetos para o edital.
A medida que receberá o maior investimento do Funam é o Plano de Controle de Poluente Veicular, com R$ 4 milhões. Estabelecido pela Política Nacional do Meio Ambiente, ele tem o objetivo de controlar a qualidade do ar mediante a fiscalização das emissões veiculares.
O desenvolvimento da energia solar também deverá ser fomentado pelos recursos. A previsão é que o montante financie a instalação de painéis fotovoltaicos em uma escola da rede pública, em iniciativa piloto do projeto Brasília Solar.
Serão investidos ainda no processo de produção de modelos regionais em alta resolução das mudanças climáticas. Por fim, recursos estão destinados à implantação de hortas urbanas.
Fonte: G1

Congresso Brasileiro de Eucalipto trará novidades para o agronegócio florestal

Evento irá discutir e sugerir alternativas que removam os principais obstáculos ao desenvolvimento do setor.

Especialistas em silvicultura, técnicos, produtores, empresários e os outros agentes de desenvolvimento ligados ao agronegócio florestal estarão reunidos entre os dias 2 e 4 de setembro no III Congresso Brasileiro de Eucalipto (CBE), que após uma edição em São Paulo, será realizado neste ano na capital capixaba, Vitória/ES. O evento irá discutir e sugerir alternativas que removam os principais obstáculos ao desenvolvimento desse setor, bem como mostrar os avanços tecnológicos e científicos e analisar as perspectivas de mercado do setor florestal.
Nos últimos anos, o setor de florestas plantadas vem ganhando reconhecimento pela sua importância e contribuição a sustentabilidade do País. As plantações florestais têm promovido mudanças em economias regionais e locais, o que tem provocado o aumento das oportunidades de trabalho e o aquecimento da economia, além de propiciar a melhoria da qualidade ambiental.
Área plantada de eucalipto, tem aumentado de forma significativa nos últimos anos.
Área plantada de eucalipto, tem aumentado de forma significativa
nos últimos anos.
A área plantada de eucalipto, tem aumentado de forma significativa nos últimos anos. Segundo anuário estatístico da ABRAF (2013), no período entre 2006 a 2012, o crescimento de plantio dessa cultura foi de 5,1% ao ano, enquanto a área plantada de Pinus reduziu em 3,1% ao ano, no mesmo período.
O Brasil possui condições naturais muito favoráveis para as plantações de eucalipto, que aliadas ao desenvolvimento tecnológico avançado, diversidade de plantas industriais e outros fatores (facilidade de acesso marítimo e mão de obra qualificada), possibilitaram um setor de silvicultura de produção altamente competitivo.
No entanto, existem alguns desafios ligados à área ambiental, agrária, relações sociais e de mercado; além da necessidade de avançar e inovar na área tecnológica visando o aumento da produtividade e competitividade de todo o complexo florestal brasileiro.
Durante o III CBE - Congresso Brasileiro de Eucalipto serão discutidos temas como a “Situação Atual e as Perspectivas da Produção e do Mercado de Madeira; uso múltiplo do eucalipto em propriedades rurais familiares; Sistema de Integração Produtor – Indústria (Fomento Florestal); Eucalipto transgênico; Mecanização Florestal em Áreas Acidentadas; novos negócios com eucalipto; tecnologias avançadas para produção florestal; Uso de eucalipto em área de reserva legal. Além disso, os congressistas poderão participar de visita técnica e conferir a exposição de produtos, serviços e tecnologias florestais.
Fonte: Cenário MT

Duratex é uma das 10 empresas brasileiras a fazer parte do Euronext-Vigeo EM 70

Índice sustentável de emergentes engloba 70 empresas que possuem a mais alta performance em responsabilidade corporativa em suas regiões

A Duratex é uma das 10 empresas brasileiras selecionadas para fazer parte do Euronext-Vigeo EM 70, novo índice de ações emergentes de 30 países em desenvolvimento, que possuem alto desempenho em responsabilidade corporativa. Para compor o índice, foram analisadas 900 empresas e apenas 70 selecionadas.
O índice lista as empresas mais engajadas em promover a adesão a referências públicas de mercado, principalmente nos temas relacionados aos direitos humanos, boas práticas de trabalho, proteção ambiental, governança corporativa, ética nos negócios e contribuições para o desenvolvimento social e econômico nas áreas em que operam.
Antonio Joaquim Oliveira, presidente da Duratex, durante visita à Ligna 2015, em Hannover, na Alemanha
Antonio Joaquim Oliveira, presidente da Duratex, durante
 visita à Ligna 2015, em Hannover, na Alemanha
“Estar entre as empresas selecionadas para compor esse índice é a constatação de que as medidas de transparência e responsabilidade corporativa e social tomadas pela empresa seguem em linha com a expectativa do mercado internacional”, diz Antonio Joaquim Oliveira, presidente da Duratex.
O Euronext-Vigeo EM 70 faz parte de uma família de índices que tiveram as primeiras modalidades criadas em março de 2013. A Vigeo, agência europeia responsável pela criação do índice, é líder em ratings de responsabilidade corporativa social. Em conjunto com a Euronext, que atua na França, Bélgica, Holanda, Portugal e no Reino Unido, a empresa lançou outros sete indicadores do tipo, com abrangência global, europeia e americana. O modelo adotado pela Vigeo analisa cerca de 330 características, sem excluir nenhum setor previamente. Os componentes do índice são revisados e atualizados duas vezes por ano, em junho e em dezembro.
Sobre a Duratex
A Duratex S.A. é uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, controlada pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A e Companhia Ligna de Investimentos. Maior produtora de painéis de madeira industrializada e pisos, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, é líder no mercado brasileiro com as marcas Durafloor, Duratex, Deca e Hydra. Produz ainda aquecedores solares e chuveiros eletrônicos. Também está entre as 10 maiores empresas globais dos setores em que atua.
Com sede em São Paulo, conta com cerca de 12 mil colaboradores e 15 unidades industriais estrategicamente localizadas nos estados de Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, além de três fábricas de painéis na Colômbia, por meio de sua participação de 80% na Tablemac.
Possui 272 mil hectares com florestas plantadas e áreas de conservação nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. Tem suas ações listadas nos mais relevantes índices do mercado, tais como Ibovespa (principal índice de referência da BM&FBovespa), Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index (Índice Dow Jones de Sustentabilidade para Mercados Emergentes) e no Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa – ISE.
Fonte:  Painel Florestal

domingo, 12 de julho de 2015

Desmatamento Zero

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12 DE JULHO - DIA DO ENGENHEIRO FLORESTAL

O engenheiro florestal tem um vasto e importante campo de atuação. Ele estuda e faz projetos para a preservação dos recursos renováveis e para a conservação de ecossistemas. Além de elaborar relatórios de impacto ambiental das atividades humanas em áreas de florestas, pode planejar e executar obras e serviços técnicos em engenharia rural em construções para fins florestais.



Resultado de imagem para 12 DE JULHO - DIA DO ENGENHEIRO FLORESTALEle também estuda e faz projetos de aproveitamento racional de florestas e de reflorestamento, fazendo inventário florestal para manejo e melhoramento de florestas naturais e plantadas, pesquisando até a produção de sementes e de mudas para melhorar as características das plantas. 
Na indústria de móveis, de papel e celulose, por exemplo, elabora os projetos de plantio e reflorestamento das espécies mais adequadas.

Também poderá atuar em atividades ligadas à ecologia e defesa sanitária, administração e desenvolvimento de estudos para preservar e conservar os parques e reservas naturais e, é claro, atividades de ensino e pesquisa ligadas à sua área de formação.

FELIZ DIA DO ENGENHEIRO FLORESTAL


Fonte: Jefferson Moreira

sábado, 11 de julho de 2015

Lignum Brasil vai contribuir para o fortalecimento do setor industrial madeireiro

A feira será realizada em março de 2016, em Curitiba, e tem apoio de grandes associações nacionais ligadas ao setor

Sigmar Sá, vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Madeira da Abimaq
Sigmar Sá, vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Madeira da Abimaq
A força de um evento é medida pela importância de seus apoiadores. Quando o planejamento de uma feira é bem estruturado, torna-se fácil conseguir a credibilidade e parceria de grandes instituições. Esse é o caso da Feira Lignum Brasil, que desde o seu nascimento conta com o apoio e solidez da Abimaq, Abimci, ABPM, ACR, ANPM, Fiep e Ibá.
Para Sigmar Sá, vice-presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Madeira da Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), a Lignum Brasil atenderá uma carência do setor madeireiro. “Nós, empresários, temos sido questionados sobre novidades e tecnologias que podemos oferecer ao mercado, já que as empresas internacionais já disponibilizam máquinas mais avançadas que podem ser inseridas no mercado nacional”, alerta.
Para ele, a Lignum Brasil propõe uma solução para o mercado, proporcionando aos empresários a oportunidade de expor as novidades existentes. “A Feira vem para fortificar o segmento madeireiro, acreditamos muito no potencial dela”, assegura.
O superintendente da Abimci (Associação Brasileira da Indústria da Madeira Processada Mecanicamente), Paulo Pupo, destaca o apoio da associação e de como o trabalho em conjunto é mais produtivo. “A Lignum Brasil e o Expo Madeira & Construção e seus eventos paralelos transformarão Curitiba na capital da madeira, na capital da inteligência e das operações futuras. É fundamental trabalharmos juntos e com estratégias bem traçadas para que o resultado seja favorável para todos.”
Flavio C. Geraldo, presidente da Abpm (Associação Brasileira de Preservadores de Madeira), também acredita que a Lignum Brasil acontecerá no momento certo. “Cabe ao setor apoiar e prestigiar essa realização, pois, representa um passo decisivo para a retomada e consolidação do setor industrial madeireiro no cenário da indústria brasileira.”Para ele, toda a cadeia produtiva voltada ao setor industrial madeireiro só tem a ganhar com essa oportunidade de compartilhamento de informações sobre as tecnologias atuais disponíveis ao processamento da madeira em todos os seus níveis.
“Vale mencionar também a importância da realização em paralelo da 2ª Expo Madeira e Construção, onde a madeira será amplamente discutida como material de engenharia construtiva e seus benefícios, em especial quanto à utilização de madeiras cultivadas”, destaca Flávio C. Geraldo.
A Lignum Brasil é uma feira focada na produção industrial madeireira e suas vertentes: transformação, beneficiamento, preservação, energia e uso da madeira. Durante os três dias da feira, o público visitante poderá conhecer o que existe de mais novo e moderno para processamento e beneficiamento da madeira após ser posta no pátio das indústrias.
Paralelamente, a Lignum Brasil será realizada a 2ª Expo Madeira & Construção, um evento da Apre (Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal), que traz na essência a exaltação da funcionalidade, sustentabilidade e beleza da madeira. Nesta área, os visitantes encontrarão soluções construtivas, atualidades e potencialidades futuras do uso da madeira de florestas plantadas na construção civil e seus benefícios.
A Lignum Brasil e a 2ª Expo Madeira & Construção acontecerão nos dias 9, 10 e 11 de março de 2016, no Expo Renault Barigui, em Curitiba (PR). Para mais informações: www.lignumbrasil.com.br, www.expomadeira.com e (41) 3049-7888.
Serviço:
Lignum Brasil 2016
Data: 09 a 11 de março de 2016
Local: Expo Renault Barigui, em Curitiba (PR).
Sobre a Malinovski Eventos
A Lignum Brasil é organizada pela Malinovski Eventos, uma empresa com mais de 35 anos de tradição na organização de feiras e eventos para a área florestal. Atualmente, a empresa é responsável pela organização e promoção da Expoforest – Feira Florestal Brasileira, considerada a maior feira florestal das Américas. De forma inovadora, organiza agora a Lignum Brasil, que tem como objetivo ser a principal feira do país para o segmento. Para mais informações sobre a Malinovski Eventos acesse: www.malinovski.com.br
Mais informações: (41) 3049-7888
info@malinovski.com.br
www.malinovski.com.br
Fonte: Malinovski Florestal - Painel Florestal