segunda-feira, 6 de abril de 2015

Inscrições para criação de novos jardins botânicos vão até 22 de maio

O Sistema Nacional de Registro de Jardins Botânicos [SNRJB], ligado ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro [JBRJ], está recebendo documentação para novos registros nessa categoria.
Podem se inscrever entidades que tenham interesse em ser enquadradas como jardins botânicos. O prazo termina no dia 22 de maio.
Pesquisadores definem os jardins botânicos como instituições que reúnem coleções documentadas de plantas vivas. O objetivo principal é a pesquisa científica. Entretanto, também fazem parte do processo a conservação das espécies, a exposição e a educação.
Segundo dados de 2012 da Rede Internacional de Jardins Botânicos [Botanic Gardens Conservation International - BGCI], estima-se que existam, hoje, cerca de três mil jardins botânicos e arboretos distribuídos em 180 países. No Brasil, são apenas 34.
A documentação apresentada precisa seguir as diretrizes do Manual de Orientação para Solicitação de Registro e Enquadramento de Jardins Botânicos. Essas e outras informações estão dispostas na Resolução Conama nº 339/2003.
Uma vez reunidos os documentos, as entidades interessadas devem enviá-los por correio para o seguinte endereço: Rua Pacheco Leão, 915, Bairro Jardim Botânico, CEP: 22460-030, Rio de Janeiro [RJ].
A postagem deve ser endereçada a Luís Felipe Leal Esteves, Diretoria de Pesquisas da Secretaria do SNRJB. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: snrjb@jbrj.gov.br ou pelo telefone: (21) 3204-2071.

Fonte: Icó é Notícia 

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Produção elétrica de térmicas a biomassa cresce 23,4% em 12 meses

Neste período, foram gerados 21.185 GWh por estas usinas.


Produção de energia elétrica por termelétricas a biomassa tem elevação.
Produção de energia elétrica por termelétricas a biomassa tem elevação.
Divulgado nesta semana, o Boletim Mensal de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro, elaborado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), apontou elevação de 23,4% na produção de energia elétrica por termelétricas a biomassa.
A matriz de produção do Sistema Elétrico Brasileiro, que totalizou 550.334 GWh no período de fevereiro de 2014 a janeiro de 2015, apresentou maior geração através de hidrelétricas (72,4%). Neste período, foram gerados 21.185 GWh pelas térmicas a biomassa, crescimento de 23,4% em 12 meses.

A capacidade instalada total de geração de energia elétrica no mês de fevereiro registrou 134.794 MW, variação positiva de 6,4% em relação a 2014.

As térmicas a biomassa, responsáveis por 9,2% desta matriz de capacidade, apresentaram aumento de 8,6%, com capacidade de 12,391 MW, oriundos de 504 usinas.

Fonte: Painel Florestal 

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO RECEBERAM MAIS DE 7 MILHÕES DE TURISTAS

O balanço divulgado pelo ICMBio se refere à visitação em 2014



Brasília (01/04/2015) - Um total de 7.298.652 visitantes passaram pelas belezas cênicas administradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O balanço, referente à visitação em 2014, mostrou que Parques Nacionais, Áreas de Proteção Ambiental e Florestas Nacionais foram os destinos mais escolhidas pelos turistas.

No ranking dos mais visitados estão: o Parque Nacional da Tijuca, com 3.113.913; o Parque Nacional do Iguaçu, com 1.550.607; e o Parque Nacional de Jericoacoara, com 400.400 visitantes. O aumento no número de visitantes nos últimos cinco anos chegou a 76,2%.

"Este significativo aumento da visitação se deve a uma combinação de fatores, como a melhoria nas estruturas para visitação, inserção dos Parques Nacionais nos destinos turísticos brasileiros e a divulgação nos meios de comunicação, dentro e fora do país", afirmou o coordenador-geral de Uso Público e Negócios do ICMBio, Fábio de Jesus. "Esse número é bem menor que o total de pessoas que visitam as Unidades de Conservação federais. Em muitas delas o controle de entrada de visitantes ainda é parcial", avalia.

No rumo certo

O ICMBio tem trabalhado para implementar as atividades de visitação previstas nos Planos de Manejo já existentes e para elaborarar planos para as Unidades de Conservação que ainda não têm. Com isso, será possível desenvolver a visitação de forma planejada e organizada.

A prioridade é a implementação de infraestrutura básica, como: banheiros, sinalização, segurança, trilha e, em alguns casos, a delegação de serviços para atividades comerciais, como guias e lanchonetes.

Além da implantação de infraestrutura, o planejamento de uso público, a capacitação dos colaboradores, a delegação de serviços, e o trabalho com voluntários, criam condições para visitação de qualidade nos parques.

"Nosso desafio é oferecer oportunidades de visitação diversificadas, que atendam diferentes tipos de público, sem comprometer a conservação das áreas. E o ICMBio tem trabalhado com diversas estratégias para aprimorar essas condições de visitação", destaca o coordenador.

A sistematização dos dados foi feita pela Coordenação-geral de Uso Público e Negócios, da Diretoria de Criação e Manejo de Unidades de Conservação (CGEUP/DIMAN) do ICMBio. 

Confira o ranking nas planilhas em anexo.



Fonte: ICMBio

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Consequências do não cadastramento no CAR

Quando o assunto é Cadastro Ambiental Rural (CAR), uma dúvida é comum:
“O que acontece se não fizer o CAR?”
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 Vamos a algumas respostas.
   O CAR é pré-requisito para uma série de benefícios desde relacionados a apoios e incentivos governamentais, ao enquadramento nas “disposições transitórias” da Lei 12.651/2012, o acesso à emissão das Cotas de Reserva Ambiental (CRA) e os benefícios previstos nos Programas de Regularização Ambiental (PRAs).
      De forma mais clara, alguns dos benefícios que podem ser perdido pela não realização do CAR:
  • Possibilidade do uso consolidado (continuidade de edificações, benfeitorias e atividades agrossilvipastoris) em áreas de preservação permanente (APP) e reserva legal (RL);
  • Possibilidade de regularização das APPs e/ou RLs sem autuações por infração administrativa ou crime ambiental;
  • Suspensão de sanções (como multas) relativas a infrações ambientais (como supressão de vegetação em áreas de APP, RL e de uso restrito) cometidas até 22/07/2008. E no caso de regularização da propriedade, as penalidades podem até ser “canceladas”;
  • Obtenção de crédito agrícola e linhas de financiamento;
  • Apoio e incentivos oferecidos por meio dos PRAs (Programas de Regularização Ambiental);
  • Emissão de CRA (Cotas de Reserva Ambiental), que é uma forma de vender o excedente de mata nativa existente na propriedade possibilitando ganhos financeiros;
  • Dedução das APPs, RLs e áreas de uso restrito no cálculo do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR);
  • Isenção de impostos para insumos e equipamentos.
    Além disso, os proprietários que não fizerem o CAR podem arcar com advertências, multas e o embargo das atividades da propriedade.
       Portanto, não deixe de fazer o CAR da sua propriedade rural. O prazo vai até dia 5 de maio de 2015.
     O cadastro pode ser feito pelo próprio agricultor, mas recomenda-se a procura de profissional ou empresa capacitada para isso.

Fonte: CYA Ambiental

Ceará vai proibir plantio de 12 espécies

Plantas ameaçam espécies nativas do Estado; objetivo é que proibição passe a valer ainda neste ano


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A carnaúba, símbolo do Ceará, corre riscos devido à unha-do-diabo, trepadeira nativa de Madagascar. A planta, que é rasteira e resistente à seca, cresce e floresce rapidamente, escala a copa da árvore, sufocando-a e matando-a
A destruição ambiental não é provocada apenas pelo ser humano. Importantes espécies vegetais correm perigo devido às chamadas plantas invasoras. Um exemplo disso ocorre com a nossa árvore símbolo, a carnaúba, ameaçada de extinção pela Cryptosgia madagascariensis, mais conhecida como "unha-do-diabo". Essa predadora está na lista negra divulgada pela Secretaria de Meio Ambiente (Sema) e deverá ser proibida no Estado. Para isso, um decreto governamental, ainda em estudo, prevê o combate ao plantio, produção, transporte e distribuição dessa e de mais 11, como a nim, castanhola, dendê, leucena, mata-fome e algaroba.
Segundo o documento, discutido em evento no Centro de Referência do Parque do Cocó, na manhã do dia 30, a relação, enumerando as principais espécies vegetais exóticas invasoras no Ceará, não está fechada e ainda poderá sofrer mudanças. A jaca e a ata também podem ser incluídas. "A ideia é encaminharmos o decreto o quanto antes, mas ainda estamos avaliando se é melhor seguir como projeto de lei. O objetivo é que o governador assine o documento ainda neste ano. A partir daí, vamos desenvolver o Programa Estadual de Inibição de Espécies Vegetais Exóticas Invasoras em áreas públicas, que será regulamentada em lei", adianta o titular da Sema, Arthur Bruno.
Controle biológico
O especialista Leonardo Jales, do Movimento Pró-Árvore, parceiro na elaboração do texto, apresentou um estudo, destacando a importância e a urgência do controle biológico e citou o caso de Fernando de Noronha, onde essas plantas causam alerta ambiental no ilha. "No Ceará, o Nim virou uma febre e não somente ela, mas todas, quando competem com as nativas, ganham e, como acontece com a carnaúba, alvo da unha-do-diabo, são uma ameaça à sobrevivência do ecossistema", explica.
Jales defende a instalação de um rede de hortos para o criadouro de mudas nativas, como a peroba, o ipê-roxo e amarelo, o oiti, a carnaúba, macaúba, pitomba, juazeiro, xixá e cajueiro, entre outras.
Ele alertou que, em toda a área do Parque do Cocó, é possível se deparar com indivíduos da "lista negra ambiental". "A leucena aparece nas bordas do espaço e quem costuma fazer as trilhas pode observar a sua proliferação", aponta ele.
Erva
O especialista explicou que a unha-do-diabo é uma trepadeira nativa de Madagascar e foi, provavelmente, importada para o Brasil há 40 anos como uma planta ornamental ou curiosidade botânica. Por ser muito cultivada em jardins devido às belas flores, escapou, naturalizou-se e tornou-se uma erva invasora agressiva em situações naturais do semiárido.
Exótica e invasora, a unha-do-diabo floresce e cresce rapidamente, sufocando a carnaúba. É resistente à seca, tanto que nem perde as folhas, como é comum nas espécies da caatinga. Ela não é só rasteira, mas também trepadeira e chega a cobrir toda a copa das carnaubeiras, impedindo que se retire suas palhas, usadas tradicionalmente em vários municípios do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte como fonte de renda das comunidades.
Um estudo da Universidade Estadual do Ceará (Uece) já alerta para o fato. Além de outras coisas, a carnaúba é a única fonte de uma cera natural que tem sido produzida de forma sustentável por mais de um século por comunidades no Nordeste. "De tal forma que áreas extensas de colheita tradicional já foram abandonadas ao longo de bacias como a do Rio Jaguaribe. O crescimento da trepadeira é rápido e, ao escalar a copa da carnaúba, embaraça e sufoca, matando-a".
Espécies invasoras
1. Ciúme ou Hortência
Calotropis procera Dryand
2. Unha-do-diabo ou Viúva-alegre
Cryptostegia madagascariensis
3. Dendê
Elaeis guineensis Jacq
4. Castanhola
Teminalia catappa L.
5. Esponjinha
Albizia lebbeck Benth
6. Leucena
Leucena leucocephala
7. Mata-fome
Pithecellobium dulce Benth
8. Algaroba
Prosopis juliflora DC
9. Algodão-da-praia
Talipariti tiliaceum Fryxell
10. Algodão-da-praia
Thespesia populnea ex Corrêa (outra espécie)
11. Nim
Azadirachta indica A. Jus
12. Azeitona
Syzygium cumin Skeels
Fonte: Diário do Nordeste

segunda-feira, 30 de março de 2015

Entenda o que é o Eucalipto Transgenico

Segundo Professor Hilton Thadeu Zarate Couto, a questão do eucalipto transgênico, que tem sido criticada merece alguns esclarecimentos.

O eucalipto transgênico se torna mais rentável para todos os segmentos de papel e celulose convencionais.
O eucalipto transgênico se torna mais rentável para todos os segmentos de papel e celulose convencionais.
No dia 5 de março, cerca de mil mulheres militantes do MST ocuparam um centro de pesquisa da empresa Futuragene, em Itapetininga (SP), destruindo um importante banco genético. Um trabalho de nove anos e todo o investimento acabou sendo perdido, em protesto contra o cultivo de eucaliptos transgênicos no Brasil. Ao mesmo tempo, em Brasília, aproximadamente 200 pessoas invadiram a reunião da CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança), da qual Hilton Thadeu Zarate Couto, professor do Departamento de Ciências Florestais, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (USP/Esalq) é membro. 
No encontro, discutia-se a liberação do eucalipto transgênico desenvolvido pela Futuragene, processo do qual Hilton Thadeu é relator. “A CTNBio é uma comissão composta de 27 membros, pesquisadores de várias instituições do Brasil, representantes da sociedade civil e ministérios. As reuniões têm como objetivo avaliar os processos de produção de material transgênico e, após a liberação, a Comissão estabelece normas de acompanhamento”, explica Couto. 
Segundo o docente, a questão do eucalipto transgênico, que tem sido criticada, principalmente por organizações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e merece alguns esclarecimentos. “A empresa terá que fornecer informações do que está acontecendo com esse material e onde ele está sendo plantado, até a liberação total. O material e o ambiente de plantio serão também monitorados por cerca de cinco anos e, durante esse período, a sugestão da CTNBio é que não se plante mais do que 2 ou 3% da área de efetivo plantio da empresa para termos a certeza de que ele não trará nenhum problema ao ambiente”, complementa.
Em relação à falta de água, que é apontada como consequência da plantação deste eucalipto, o professor da Esalq afirma que, ao contrário do que as pessoas dizem, ele não some com a água. “Em seu ciclo, ele faz com que a água vá para a atmosfera e, com as chuvas, para os rios, abastecendo os mananciais. A crise hídrica não é, com certeza, resultado do plantio de eucalipto”.

Outro ponto refutado pelo professor Hilton Thadeu é o argumento do fluxo gênico. “As organizações contrárias afirmam, de forma incorreta, que o pólen do eucalipto transgênico pode percorrer longas distâncias e contaminar outros eucaliptos. No entanto, estudos comprovaram que, a partir de 600 m de distância, não existe mais possibilidade de transmissão. Além disso, ocorre que hoje, no Brasil, 99% dos plantios não são por semente. Não se colhe a semente para plantar eucalipto. Plantamos clones, ou seja, materiais que não são oriundos de sementes, mas sim de propagação vegetativa. Então não justificaria esse argumento de que vamos usar a semente do eucalipto que pode estar contaminada com o pólen transgênico”, reforça. “Se quisermos que não haja contaminação, basta não plantar o transgênico a menos de 600 m dos eucaliptos não transgênicos”.

Thadeu contou que há também a opinião de que a proteína contida no eucalipto transgênico pode causar efeitos maléficos ao organismo humano e explicou a situação. “Existem duas proteínas na produção do transgênico, a Cel1, que tem por função alongar a parede celular, aumentando o crescimento das plantas, mas que realiza sua função e desaparece, e a NPT II, que caracteriza a planta como transgênica, permanece na planta e é muito conhecida por aparecer no algodão, no milho e na soja, por exemplo. Há um estudo (FUCHS et al, de 1993) que avaliou essa proteína e mostra que ela é rapidamente degradada quando entra no trato digestivo de mamíferos, como os humanos. E a agência de proteção ambiental e o ministério de agricultura dos EUA consideram a NPTII segura para consumo humano. Além disso, é encontrada em quantidades muito pequenas”, explicou.

A presença da proteína NPTII é apontada pelos grupos que combatem o eucalipto transgênico como contaminante do mel, fazendo com que o Brasil perca competitividade na exportação e produção do produto. De acordo com o profissional, a quantidade de material transgênico no mel depende da quantidade de pólen que ele tem, porque é o único elemento que pode conter material transgênico, trazido com o néctar pelas abelhas. “Mas a exigência da exportação é que o mel seja filtrado para retirar as impurezas, como pernas de abelha, resíduos de própolis e uma série de contaminantes. Ao filtrar, o pólen e o material transgênico são retirados ou se deixa uma quantidade muito pequena, como por exemplo, de 3,9 nanogramas por grama de mel.” Em relação ao mel orgânico, que também poderia ser afetado, Thadeu afirmou que existe um instituto denominado Instituto Biodinâmico, localizado em Botucatu (SP), que permite até 5% de material não-orgânico no mel orgânico. “Mas, ainda assim, o NPTII se degrada no trato intestinal, não causando danos ao organismo humano”.

Além disso, o Conselho de Manejo Florestal (FSC), que certifica plantações florestais no mundo todo, ainda não aprovou a certificação de material transgênico no Brasil, e esse é um dos motivos que faz com que os manifestantes refutem a liberação do plantio e comercialização do eucalipto transgênico.

“A maioria dos membros desse órgão é de pessoas oriundas de países que tem uma economia dependente da produção florestal e que competem com o Brasil, que tem como produtividade média 40m3/ha/ano nas plantações de eucaliptos. Além disso, o órgão é financiado por doações as quais não são declaradas as fontes. Pode ser que receba de organismos que protegem suas produções florestais, dessas regiões que dependem muito disso e que tem produtividade inferior à nossa. Agora, sem nenhuma justificativa, são contra o plantio de material transgênico. Acredito que seja porque é um outro patamar para o desenvolvimento florestal brasileiro, que tem agora o primeiro eucalipto transgênico do mundo”.

Segundo o professor, a certificação é importante, pois abre mercados internacionais e dá mais reconhecimento ao produto exportado, mas não é uma preocupação latente no momento. “O selo de certificação é exigido apenas por alguns nichos específicos de mercado, como a Alemanha. Mas a empresa não vai produzir 100% de transgênico já, e sim 2 ou 3%. É um processo lento e ainda não há produção, só plantios experimentais”.

A CTNBio dará continuidade a suas ações, com o apoio do Ministério de Ciência e Tecnologia. Se acontecer, a liberação plantios comerciais do eucalipto transgênico será apenas para a empresa, que produziu o primeiro transgênico de eucalipto e está desenvolvendo-a desde 2006. Se outra empresa desenvolver novos transgênicos, outro processo será aberto.

Fonte: Esalq/Painel Florestal

Lançamento: Livro sobre equações volumétricas e de afilamento para espécies florestais.

Título: Compêndio de equações de volume e de afilamento de espécies florestais plantadas e nativas para regiões geográficas do Brasil

Livro publicado pela UFPR
Os professores Afonso Figueiredo Filho (UFPR/Unicentro) e Sebastião do Amaral Machado (UFPR), e os doutorandos Rodrigo Miranda (UFPR) e Fabiane Retslaff (Unicentro) escreveram um livro sobre equações volumétricas e de afilamento para espécies florestais que foram ajustadas e obtidas em vários trabalhos publicados, cujo título é "Compêndio de equações de volume e de afilamento de espécies florestais plantadas e nativas para as regiões geográficas do Brasil".A obra reúne resultados de trabalhos publicados nos principais periódicos do setor florestal e contém mais de 1.400 equações, ou seja, é base de dados importante para acadêmicos, professores e, principalmente, consultores florestais. Tratam-se de equações desenvolvidas ou ajustadas por diversos autores que atuam na área florestal divulgadas em teses, dissertações, artigos científicos e técnicos, além de modelos ajustados pelos próprios autores com dados de cubagem coletados em vários trabalhos científicos e técnicos desenvolvidos nos últimos anos. Essas equações são ferramentas dendrométricas essenciais para estimar o volume total ou por sortimento de florestas em pé, as quais são fundamentais para o manejo florestal. Reúne informações fundamentais para pesquisas e trabalhos de acadêmicos, professores e consultores florestais. 

O livro pode ser adquirido pelos
 emails:rov_miranda@yahoo.com.br,samachado@ufpr.br, 
afigfilho@gmail.com.

Fonte:  Luciano Cavalcante