domingo, 29 de março de 2015

Japoneses criam proteína que brilha

Árvores que brilham poderão substituir postes de luz no futuro


Imagem ilustrativa
A imagem  ilustrativa
Uma equipe de pesquisadores do Japão desenvolveu proteínas que produzem luz visível a olho nu. O estudo foi publicado nesta terça-feira (24) na revista americana “Proceedings of the National Academy of Sciences”.
As proteínas, chamadas de “nano lanternas”, podem ser usadas em pesquisas médicas e como uma alternativa à luz elétrica, disse a equipe de pesquisadores da Universidade de Osaka e do Instituto Rinken, que é ligado ao governo.
Diferentemente das proteínas brilhantes convencionais – que emitem um brilho fraco, visível apenas com a ajuda câmeras supersensíveis – as proteínas desenvolvidas pela equipe japonesa emitem luz forte o suficiente para serem vistas sem a necessidade de equipamentos especiais.
“No futuro, esperamos criar árvores de rua que brilham para economizar energia com a iluminação pública.” disse Takeharu Nagai, vice-diretor do Instituto Universitário de Pesquisa científica, à Jiji Press.
Fonte:  Paulo Sakamoto - IPC Digital

Projeto associa conservação de polinizadores à sustentabilidade

Iniciativa visa melhorar a segurança alimentar e nutricional


O Ministério do Meio Ambiente (MMA) realiza, nesta segunda e terça-feira (30 e 31/03), em Brasília, o seminário “Projeto GEF Polinizadores Biodiversidade e Agricultura”. O objetivo do evento é divulgar os resultados da iniciativa, compartilhar as lições aprendidas e discutir as políticas que precisam ser fortalecidas para promover a conservação e o uso sustentável dos polinizadores.
Beija flor: papel relevante

Participam do seminário, organizado pela Secretaria de Biodiversidade e Florestas (SBF) do MMA, o secretário-executivo da Conservação sobre Diversidade Biológica (CDB), Bráulio Dias; a representante do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) no Brasil, Denise Hamu; o secretário substituto da SBF, Sérgio Collaço; além de pesquisadores, técnicos, produtores, tomadores de decisão, formadores de opinião e representantes de institutos de pesquisa e de universidades.

DIAGNÓSTICO

Pesquisa de opinião para medir o grau de conhecimento das pessoas sobre a importância dos polinizadores será patrocinada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio). O fundo é a agência de execução financeira do projeto, vinculado ao MMA e responsável pela contratação da pesquisa de opinião.

O Projeto Global GEF/PNUMA/FAO “Conservação e Manejo de Polinizadores para uma Agricultura Sustentável através da Abordagem Ecossistêmica” começou a ser executado em 2010 e termina no final do ano. Visa melhorar a segurança alimentar e nutricional e os modos de vida, por meio da conservação e do uso sustentável dos polinizadores.

Foi implantado em sete países: Brasil, África do Sul, Gana, Índia, Nepal, Paquistão e Quênia. No Brasil, muitas atividades foram apoiadas e implantadas pelo Projeto, com destaque para os estudos em áreas de cultivo de algodão, caju, canola, castanha-do-brasil, maçã, melão e tomate.

Serviço:
Local do evento: SEPN 505 Norte, Bloco B, auditório do edifício Marie Prendi, prédio anexo do Ministério do Meio Ambiente, Brasília, DF

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) - (61) 2028-1173
Fonte: MMA

SFB avalia ação voltada para a sustentabilidade na Caatinga

Pesquisadores apresentarão conclusões sobre o uso eficiente da biomassa florestal


O Serviço Florestal Brasileiro (SFB), instituição vinculada ao Ministério do Meio Ambiente (MMA), realiza, na tarde da segunda-feira (30/03), em Brasília, evento destinado a apresentar os resultados de um trabalho conjunto coordenado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal (FNDF) e Fundo Clima. A partir das 14h, no auditório do Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal (Cenaflor), os pesquisadores apresentarão suas conclusões sobre o uso sustentável e eficiente da biomassa florestal nos polos industriais do bioma Caatinga.

Manejo florestal: viabilidade avaliada

O trabalho faz parte das ações de fomento para conservação e uso sustentável da Caatinga, desenvolvidas pelo FNDF e Fundo Clima. Em 2013, firmou-se um contrato com a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba exatamente com a finalidade de promover o uso eficiente e racional da biomassa florestas em polos industriais do bioma.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/SFB) - (61) 2028-7277

Fonte: MMA

Proposta de recuperação da vegetação nativa recebe contribuições

Plano faz parte da implementação da nova Lei Florestal e foi elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente e parceiros

Está aberto o período de envio de contribuições para a proposta do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa.
bjetivo é recuperar 12,5 milhões de hectares em 20 anos
O documento é um ponto de partida para iniciar o processo de coleta de sugestões de todas as partes da sociedade brasileira interessadas na recuperação da vegetação nativa.
As contribuições devem ser enviadas para o endereço planaveg@mma.gov.br
O objetivo do Planaveg é ampliar e fortalecer as políticas públicas, incentivos financeiros, mercados, boas práticas agropecuárias e outras medidas necessárias para a recuperação da vegetação nativa de, pelo menos, 12,5 milhões de hectares, nos próximos 20 anos.
Terão prioridade áreas de Reserva Legal (RL), Áreas de Proteção Permanente (APP) e áreas degradadas com baixa produtividade.
O Ministério do Meio Ambiente (MMA) elaborou a proposta do Planaveg diante do desafio da implementação da Lei n° 12.651/0 2012, nova Lei Florestal.
O documento é resultado de uma parceria com World Resources Institute (WRI), União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN), Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS), Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ) e Universidade de São Paulo (USP).
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) - Telefone: 61.2028 1227
Fonte: MMA

sábado, 28 de março de 2015

Energia solar: projeto-piloto de geração energia em reservatórios começa em 120 dias

usina hidrelétrica
Adotada na Europa e nos Estados Unidos, tecnologia usa flutuadores com placas solares sDivulgação/Usina Mauá
Dentro de 120 dias, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, pretende dar início aos testes do projeto-piloto de geração de energia solar em reservatórios de hidrelétricas. Em coletiva hoje (27) na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Braga disse que a ideia é ter uma política pública de financiamento para esses projetos na Região Sudeste, “ainda no segundo semestre deste ano”.
A nova tecnologia utiliza flutuadores com placas solares e está sendo usada na Europa e Estados Unidos. O ministro disse, entretanto, que a Europa não dispõe de grandes hidrelétricas. “Estão fazendo isso em pequenos reservatórios de água para usos múltiplos”.
No Brasil, a ideia é testar a tecnologia nos grandes reservatórios. O primeiro deles será o da Usina Hidrelétrica de Balbina, no Amazonas. Braga considera Balbina o reservatório mais favorável, porque tem grande área alagada com reduzida geração de energia. “Temos uma ociosidade de subestação e de linha de transmissão com circuito duplo. Nós vamos fazer lá os primeiros 350 megawatts (MW) testados”.
Para isso, o ministério está em conversação com a Eletronorte, subsidiária da Eletrobras que é proprietária da usina, tratando da questão da licença ambiental. A iniciativa requer também a constituição de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) com os detentores da tecnologia para dar início à experiência piloto.
Braga disse que o custo nos leilões de energia fotovoltaica têm ficado entre R$ 190 e R$ 210 o megawatt. A expectativa do ministro é que o custo da energia solar com os flutuadores fique um pouco mais alto, entre R$ 220 a R$250 o megawatt, em função do custo adicional dos flutuadores. “Esse é um projeto pioneiro, que nós precisar testar”.
A vantagem, destacou o ministro, é que essa energia será captada dentro dos reservatórios, usando subestações e linhas que já existem. "Portanto, teremos uma resposta de geração muito rápida”. Ele aposta que haverá ganho de eficiência e salientou que, só nos reservatórios da Região Sudeste, o potencial de produção de energia solar atinge 15 mil MW, dentro das hidrelétricas. "É mais que uma [Usina de] Itaipu para o Brasil”, disse. A capacidade de geração em Balbina alcança 3 mil MW. O projeto-piloto será 350 MW.
Fonte: Agencia Brasil

CAR será pré-requisito para concessão de crédito ao produtor

Código Florestal determina que prazo máximo será maio de 2017


O secretário de Desenvolvimento Rural Sustentável e Extrativismo do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Paulo Guilherme Cabral, destacou que o Cadastro Ambiental Rural (CAR) é pré-requisito para concessão de crédito a produtores rurais. Segundo consta na Lei 12.651/12 - novo Código Florestal, aqueles que não fizerem o cadastro não poderão obter crédito junto a instituições financeiras.
CAR: presente na Conferência
Ele fez esta afirmação nesta quinta-feira (26/03), durante a Conferência Governança do Solo, que se realiza em Brasília promovida pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Cabral lembrou que a determinação passará a valer a partir de 2017, conforme consta no artigo 78-A do código. “Após cinco anos da data da publicação desta Lei, as instituições financeiras só concederão crédito agrícola, em qualquer de suas modalidades, para proprietários de imóveis rurais que estejam inscritos no CAR”, reforçou.      
GANHOS
O secretário participou de painel, liderado pelo Banco do Brasil, sobre instrumentos financeiros. “É importante que o produtor visualize que ele terá ganhos com o CAR, seja de eficiência produtiva ou na diversificação das suas atividades”, defendeu. “Além da agricultura e pecuária, terá o ramo florestal que poderá agregar renda.”
Segundo ele, a lei protege o pequeno produtor rural. “Mesmo que o órgão ambiental responsável pela análise do CAR ainda não tenha liberado o número de protocolo final, o comprovante de inscrição já valerá como comprovação do cadastro”, lembrou. Aproveitou para ressaltar que o CAR não é instrumento de regularização fundiária. “Posseiros também precisam fazer o cadastro da área que ocupam”, enfatizou, “pois o desmatamento ilegal ocorre, sobretudo, nessas áreas”. O CAR é um instrumento de planejamento e monitoramento ambiental das propriedades rurais do país.
APOIO AOS PEQUENOS
O Brasil tem 4,3 milhões de pequenos proprietários rurais (até quatro módulos fiscais) e 807,5 mil médios e grandes produtores, segundo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2006. A Lei 12.651/12 prevê que o poder público ajude o pequeno produtor no preenchimento do CAR. Para isso, o MMA disponibilizou recursos próprios e conseguiu financiamento junto a organismos internacionais, além de acordos de cooperação com sindicatos, cooperativas e órgãos ambientais estaduais para auxiliar os agricultores familiares a realizar o cadastro. O curso a distância de capacitação para o CAR (CapCAR) está atualmente na quarta turma e já formou mais de 31 mil pessoas.
OUTROS TEMAS
O diretor do Departamento de Combate ao Desmatamento do MMA, Francisco Oliveira, coordenou a sala sobre mudanças do clima e vulnerabilidade no setor de florestas e a experiência brasileira em políticas de redução do desmatamento. Pela manhã, o diretor de Conservação da Biodiversidade do MMA, Carlos Alberto Scaramuzza, comandou o debate sobre recuperação de áreas degradadas no Brasil como uma alternativa de renda para o produtor rural.
A Conferência Governança do Solo termina nesta sexta-feira (27/03) e reuniu especialistas de várias partes do mundo para um debate aprofundado sobre a questão do solo - um recurso imprescindível para uma série de atividades fundamentais para a vida humana, como a produção de alimentos, de fibras e energia, a prestação de serviços ambientais, a sustentação da biodiversidade e a manutenção dos mananciais. 
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) - (61) 2028.1765
Links:
Fonte: Letícia Verdi

sexta-feira, 27 de março de 2015

UFG sediará CFC e simpósio sobre eucalipto em junho

Os dois eventos serão realizados entre os dias 10 e 12 de junho, no Centro de Convenções de Goiânia

             
                A Universidade Federal de Goiás (UFG) realizará, entre os dias 10 e 12 de junho, no Centro de Convenções de Goiânia, o 2° Congresso Florestal no Cerrado (CFC) e o 4° Simpósio sobre Eucaliptocultura. O evento vai reunir palestrantes renome e contará com a participação de produtores rurais, empresários e profissionais que atuam no setor florestal, além de professores, pesquisadores e estudantes.

O setor florestal no Estado de Goiás deve crescer nos próximos anos
O setor florestal no Estado de Goiás deve crescer nos próximos anos
                    De acordo com Evandro Novaes, da Comissão Organizadora do CFC, o congresso surgiu a partir do simpósio e é realizado a cada dois anos. “Estamos com uma expectativa ainda maior para esta edição do CFC e acreditamos que o número de participantes, que chegou a 600, será maior desta vez. As inscrições podem ser feitas no site www.congressoflorestal.com.br

                 Entre os temas que serão discutidos neste CFC, destacam-se a silvicultura de precisão; a importância das pesquisas no âmbito das grandes empresas florestais; a nutrição florestal em solos de Cerrado; a implantação e manejo florestal na região do Cerrado; a gestão e controle da qualidade na atividade florestal; os sistemas de produção e espécies de madeira nobre; Heveicultura: implantação, manejo e mercado da seringueira; Tecnologia de produtos madeireiros e não madeireiros; e o Inventário florestal: novas metodologias e quantificação da biomassa florestal.

Fonte: Painel Florestal