sexta-feira, 27 de março de 2015

HISTÓRIA DA FLORESTA PORTUGUESA

A floresta autóctone resultou de diversos factores como a posição geográfica do nosso território, das características climáticas e, mais recentemente, pela influência humana sobre o meio ambiente.



                A floresta natural predominante do nosso território desenvolveu-se depois do último período glaciar de Würm e mais particularmente desde há cerca de 13.000 anos (tardiglaciar), onde os bosques de carvalhos foram ganhando sucessivamente terreno à medida que o clima se tornou progressivamente mais amenos com a diferenciação biogeográfica similar à actual. Durante o Holoceno, grande parte do nosso território era ocupado por florestas de carvalhos de folha caduca (carvalho-negral – Quercus pyrenaica, carvalho-alvarinho – Q. robur), marcescente (cerquinho – Q. faginea) ou persistente (azinheira – Q. rotundifolia, sobreiro – Q. suber), para além de outros carvalhos com menor representação ou dominância (Q. canariensis, Q. coccifera, Q. lusitanica). A predominância das formações de carvalhos foi-se estendendo por grande parte do território com constituição de bosques temperados nas regiões do norte e centro e de bosques mediterrânicos nas regiões do centro e sul, e em algumas zonas do interior, com máximo de aridez no sudeste. Nas zonas mais húmidas, ao longo dos cursos de água surgiam florestas ripícolas, com espécies como o freixo (Fraxinus angustifolia), o amieiro (Alnus glutinosa), os salgueiros (Salix atrocinerea, S. salvifolia, entre outros), o choupo-negro (Populus nigra) e o choupo-branco (Populus alba), o loendro (Nerium oleander), entre outras espécies. Para além dos carvalhos, ocorriam também outras espécies arbóreas como sejam, entre outras, o azevinho (Ilex aquifolium), a aveleira (Corylus avellana), os bordos (Acer campestre, A. monspessulanum), o medronheiro (Arbutus unedo), a cerejeira-brava (Prunus avium), pereiras-bravas (Pyrus cordata, P. bourgaeana, entre outras), tramazeira (Sorbus aucuparia), o mostajeiro (Sorbus torminalis), o pilriteiro (Crataegus monogyna), o lentisco (Phyllirea angustifolia), com algumas raridades como o azereiro (Prunus lusitanica) e o loureiro (Laurus nobilis) elementos paleogénicos sub-tropicais. A nossa floresta natural é bastante diversa e inclui elementos de diversas origens biográficas (europeias, asiáticas, mediterrânicas, mauritânicas, alpinas, endemismos ibéricos) que coexistem em diferentes zonas do território.

               Diversos estudos paleontológicos mostram a progressiva expansão e dominância das florestas de carvalhos, de folha caduca e perene, no nosso território durante o Holoceno, no entanto, com a alvorada do Neolítico, há cerca de 7.000 anos, com a prática da domesticação dos animais e das plantas, com o surgimento do pastoreio e da agricultura, a floresta natural foi sendo sucessivamente submetida a muitas pressões e alterações. Diversos registos evidenciam uma actividade humana mais marcante sobre a paisagem desde há cerca de 4.500 anos atrás em diversas zonas do nosso território. A prática do pastoreio, nomeadamente de cabras, teve um impacto significativo na nossa paisagem natural. O pastoreio, a agricultura, o corte de arvoredo e o uso do fogo, foram ao longo dos tempos moldando a nossa paisagem de forma muito destrutiva.

                       As sucessivas ocupações da península Ibérica por diversos povos, nomeadamente pelos romanos (séc. III AC – V DC) e muçulmanos (séc. VIII-XIII/XV DC) com incremento das povoações e da agricultura, conduziram a uma alteração da vegetação e do meio envolvente. Ao longo da Idade Média, diversos episódios de desflorestação, a transumância nas zonas de montanha, o arroteamento para terrenos de cultivo, foram igualmente determinantes na alteração da paisagem. A Baixa Idade Média foi um período de ocupação e organização dos espaços agro-silvo-pastoris em que ocorreu uma ruptura irreversível com fragmentação das grandes extensões arbóreas. O crescente aumento populacional que foi ocorrendo, de forma cíclica, ao longo da história recente, com a consequente necessidade por mais terrenos de cultivo e de pasto acentuaram a degradação da floresta autóctone. A floresta constituía uma importante fonte de madeira utilizada para diversas construções e para energia. A pesca, o comércio marítimo, e a época dos Descobrimentos exigiram, igualmente, um grande consumo de madeiras, sendo os carvalhos utilizados na construção de diversas embarcações. O consumo de madeiras de grande porte para a construção naval foi bastante grande, tornando-se num material escasso ao ponto de terem sido tomadas medidas de protecção e regulamentação dos arvoredos pela Marinha Portuguesa do Reino.

                     As preocupações dos nossos governantes pela preservação e fomento das áreas florestais foi-se manifestando ao longo de diferentes períodos da nossa história recente. Em 1565 é promulgada a Lei das Árvores, instituindo a arborização de incultos, baldios e terrenos particulares, sendo indicadas espécies autóctones, constituindo um marco importante na história dos recursos florestais. Um importante avanço ocorreria mais tarde, em 1824, com a criação da Administração Geral das Matas do Reino. Posteriormente, as acções promovidas pelos Serviços Florestais contemplaram em algumas zonas serranas do interior a recuperação dos bosques naturais, com a conservação do solo e da água.

                  Nos finais do séc. XIX a área florestal do país estava reduzida a pouco mais de 640.000 ha. A figura seguinte mostra a evolução da ocupação das principais espécies e formações florestais desde o início do séc. XX. As políticas florestais ao longo das últimas décadas resultaram sobretudo numa expansão das áreas de sobreiro, tendo sido mais modestas no que se refere a outras espécies da floresta autóctone.

Evolução da ocupação das principais espécies e formações florestais desde 1902 a 2010 (Fonte de dados: ICNF).


             De acordo com o último inventário florestal (2010, ICNF), as florestas de carvalho representam apenas 2 % da área florestal, mas a potencialidade no território é muito maior. O sobreiro e a azinheira representam 23 e 11 %, respectivamente. Tem-se registado uma tendência decrescente das áreas ocupadas por estas espécies, dos carvalhos, do sobreiro desde 1995 e particularmente da azinheira desde meados do século passado.

Fonte: Floresta Comum

MELHORAMENTO FLORESTAL

Melhoramento (Genético) Floresta




Flores de Eucalyptus: a esquerda, flores perfeitas (bissexuais), no centro, o estigma, e ao redor dezenas de estames; direita (acima): DNA; direita (abaixo): marcadores moleculares AFLP e segregação 1:1. Foto Eucalyptus: Rubens Marschalek


            A base desta importante área da engenharia florestal é, em primeiro lugar, a própria genética, que por sua vez teve início com o monge Gregor Mendel (1865) e posteriormente com os redescobridores das Leis de Mendel (1900). O melhoramento genético de espécies florestais é uma ciência nova, sendo que somente a partir de 1950 é que ela apresentou grandes avanços. As principais espécies inicialmente melhoradas foram o Pinus elliottii e Pinus taeda, nos EUA, e a Acacia mearnsii (acácia negra), na África do Sul.
                 No Brasil o melhoramento florestal desenvolveu-se a partir de 1967, embora os trabalhos tenham se iniciado muito antes desta data, com Edmundo Navarro de Andrade. ( “O Resgate Documental do Legado de Edmundo Navarro de Andrade" e “A Gênese da Silvicultura Moderna no Estado de São Paulo” ). A partir de então, o melhoramento genético florestal tem prestado grandes contribuições à silvicultura intensiva no país.
O melhoramento genético tem como base os conhecimentos da área de genética, tratando-se talvez do que poderíamos chamar de “genética aplicada”. Ela é de fato uma área do conhecimento que exige a integralização e uso de várias outras disciplinas e campos do conhecimento, como a botânica, taxonomia, genética, citologia, fitopatologia, entomologia, biologia molecular, fisiologia, estatística, entre outras.
                Esta ciência apresenta peculiaridades e aspectos próprios, sendo que isto advém do fato de que as espécies arbóreas são perenes e de ciclo muito longo. Também se deve à diversidade de sistemas reprodutivos associados às espécies florestais. O melhoramento florestal utiliza-se também de conceitos desenvolvidos e aplicados ao melhoramento animal e vegetal.
Além dos tradicionais métodos usados em melhoramento florestal, esta utiliza como ferramenta a biotecnologia, principalmente na área de biologia molecular, quando entram em ação os marcadores moleculares (biologia molecular), atualmente usados por exemplo também em genética humana, nos testes de paternidade e na medicina forense. Não menos importantes são os aspectos biotecnológicos da cultura de tecidos, permitindo a clonagem em larga escala, entre outras vantagens.

Recursos Genéticos e a “Erosão Genética”:

                Outro aspecto muito importante do qual trata o Melhoramento Florestal é a questão dos Recursos Genéticos e sua conservação ou preservação. No entanto, para entendermos o que são e o que representam os recursos genéticos, temos de ter em mente outro conceito, também muito popular, mas que muitas vezes não é tecnicamente bem compreendido: a Biodiversidade. A biodiversidade ou diversidade biológica refere-se a totalidade de genes, espécies e ecossistemas do mundo ou de uma região. A biodiversidade é resultante de processos evolutivos que ocorrem na terra. As estimativas apontam que podemos contar com em torno de 10 milhões de espécies de organismos vivos na terra, entretanto, até o momento, somente 1,4 milhão foram classificadas
Por recursos biológicos entende-se aqueles componentes da biodiversidade de uso atual ou potencial para a humanidade. Os recursos genéticos envolvem a variabilidade de espécies e plantas, animais e microrganismos integrantes da biodiversidade, de interesse socioeconômico atual ou potencial para utilização em programas de melhoramento genético (Nass, 2001). Quando se emprega o termo “recursos genéticos vegetais” reduz-se o universo da biodiversidade à flora. Neste caso, convém lembrar que estima-se que 300.000 espécies foram descritas até hoje, e que o Homo sapiens utilizou aproximadamente 3.000 em sua dieta, porém atualmente usa apenas 300, sendo que destas, apenas 15 respondem por 90% de toda a alimentação humana. Essa situação reflete uma considerável redução da diversidade genética de espécies, o que representa uma erosão genética ao longo do tempo. Também a erosão genética é notória mesmo dentro de uma mesma espécie, onde alelos genéticos (por exemplo, “A” ou “a”) são irremediavelmente perdidos devido à reduções nos tamanhos das populações de determinada espécie. Isto é, algumas características das plantas podem ser irremediavelmente perdidas em função da perda de variabilidade genética (perda de alelos em vários genes).

Fonte: Professor Rubens Marschelak

Lavoura de Mogno Africano Khaya ivorensis - PRV Ambiental


             Lavoura de mogno africano khaya ivorensis (esta lavoura também tem algumas arvores do khaya senegalensis) com 3 anos de idade, localizada na Fazenda Laranjeiras no município de Inhumas - GO, de propriedade do Srº Murilo Medeiros dono da empresa Plante Roots Viveiro Ambiental. Quer conhecer esta lavoura ? Entre em contato pelo numero (62) 3598-0878.  

quarta-feira, 25 de março de 2015

Fibria confirma envio de projeto ao conselho para ampliação da unidade de Três Lagoas

Até 2017, a unidade da Fibria em Três Lagoas deverá ter a produção dobrada, já que o pedido foi encaminhado ao conselho de administração da empresa


Por: Painel Florestal - Sarah Minini
 
Unidade da Fibria em Três Lagoas, no Mato Grosso do SulUnidade da Fibria em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul
             Reportagens especulativas sobre a duplicação da Fibria afirmam que o investimento na nova linha de produção deverá atingir à cifra dos R$ 8 bilhões. No entanto, a empresa não confirma o valor e aguarda o parecer dos acionistas, ainda sem data prevista para a aprovação ou não.
        O gerente geral de Comunicação, jornalista Geraldo Magella, esteve em Três Lagoas há uma semana, e embora tenha confirmado o encaminhamento do projeto de ampliação da Fibria para o conselho, afirmou que ainda não há muita novidade sobre o assunto, mas garante que o setor está otimista, haja vista que a demanda de consumo da celulose mundial não para de crescer. “A Fibria não tem um namoro com Três Lagoas, mas um casamento. Desta forma estamos otimistas e alinhados de que em breve teremos boas notícias”, comentou.
             Três Lagoas ainda aguarda a ampliação de outro grande empreendimento da cadeia produtiva florestal. A Eldorado Brasil já tem sua planta aprovada, mas busca recursos para a expansão. Em fevereiro, o governador Reinaldo Azambuja afirmou que este ano deverá sair do papel os dois projetos de ampliação das gigantes da celulose e, inclusive, há uma busca por recursos via BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – neste caso, para viabilização da expansão da Eldorado.

terça-feira, 24 de março de 2015

MMA lança cadernos de educação ambiental e agricultura familiar

Material já está disponível no site do Ministério do Meio Ambiente

Por: Tinna Oliveira - Editor: Marco Moreira



O Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar (PEAAF), do Ministério do Meio Ambiente (MMA), ganhou novo material que traz o contexto, histórico, conceitos, estratégias pedagógicas da iniciativa, além de um guia metodológico das oficinas da iniciativa. Foram impressos 3 mil exemplares que servirão de subsídio para novas ações do MMA e também serão enviadas para estados prioritários onde o PEAAF já está funcionando e para parceiros do programa. As publicações também podem ser conferidas na página do MMA na internet (veja abaixo).

O primeiro caderno explica que o PEAAF é um programa de educação ambiental destinado ao público envolvido com a agricultura familiar. O objetivo é desenvolver ações educativas que busquem a construção coletiva de estratégias para o enfrentamento da problemática socioambiental rural. A publicação aborda os princípios e diretrizes do programa, o público-alvo, o processo educativo, as linhas de ação, articulações e parcerias e ações de monitoramento e avaliação. 

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Já o Caderno Conceitual do PEAAF aprofunda a proposta pedagógica do programa, abordando a questão histórica, as temáticas principais, estratégias para o desenvolvimento de processos formativos e educação a distância. A terceira publicação é o guia metodológico de oficina do PEAAF. O guia traz o passo a passo das oficinas e a elaboração do plano político pedagógico de educação ambiental na agricultura familiar, visando auxiliar gestores públicos e demais parceiros na realização das oficinas de planejamento do programa.

Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA) – (61) 2028.1753

domingo, 22 de março de 2015

22 de março – Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água foi instituído pela ONU em 22 de março de 1992 e visa à conscientização da população a respeito dessa valiosa substância.


Sabemos que a água é um recurso essencial para a sobrevivência de todos os seres vivos. Ela atua mantendo nosso corpo hidratado, ajuda no transporte de substâncias, funciona como solvente, regula a nossa temperatura, participa de reações químicas, entre várias outras funções.
A água é  essencial para a nossa sobrevivência, portanto, sua proteção é fundamental
A água é essencial para a nossa sobrevivência, portanto, sua proteção é fundamental
Apesar de o nosso planeta ser repleto de água, estima-se que apenas 0,77% esteja disponível para o consumo humano em lagos, rios e reservatórios subterrâneos. Vale destacar, no entanto, que essa quantidade não está distribuída igualmente por todo o território, consequentemente, existem locais onde esse recurso é considerado bastante valioso. Em virtude dessa desigualdade de distribuição, em várias regiões ocorrem verdadeiros conflitos por água.
Além da escassez de água em algumas regiões, enfrentamos ainda o problema da baixa qualidade. Apoluição causada pelas atividades humanas faz com que a água esteja disponível, porém não esteja própria para o consumo. Estima-se que 20% da população mundial não tenha acesso à água limpa e, segundo a UNICEF, cerca de 1400 crianças menores que cinco anos de idade morrem todos os dias em decorrência da falta de água potável, saneamento básico e higiene.
Diante da importância da água para a nossa sobrevivência e da necessidade urgente de manter esse recurso disponível, surgiu o Dia Mundial da Água. Essa data, comemorada no dia 22 de março, foi criada em 1992 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e visa à ampliação da discussão sobre esse tema tão importante.
No dia 22 de março de 1992, a ONU, além de instituir o Dia Mundial da Água, divulgou a Declaração Universal dos Direitos da Água, que é ordenada em dez artigos. Veja a seguir alguns trechos dessa declaração:
1- A água faz parte do patrimônio do planeta;
2-A água é a seiva do nosso planeta;
3- Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados;
4- O equilíbrio e o futuro de nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos;
5- A água não é somente herança de nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores;
6- A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo;
7- A água não deve ser desperdiçada nem poluída, nem envenenada;
8- A utilização da água implica respeito à lei;
9- A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social;
10- O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Como toda a população necessita da água para a sua sobrevivência, em julho de 2010, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou, através da Resolução A/RES/64/292, que a água limpa e segura e o saneamento básico são direitos humanos. Sendo assim, a água de qualidade e o saneamento básico passaram a ser um direito garantido por lei.
O uso racional e sua preservação são fundamentais para garantir qualidade de vida para a nossa geração e para as futuras. Faça uso consciente da água!

sábado, 21 de março de 2015

Reserva ecológica chilena é reconhecida internacionalmente

Huilo Huilo está localizada na Patagônia chilena e abrange mais de 100 mil hectares de uma natureza exuberante e com diversas espécies nativas.

 
Reserva Biológica Huilo Huilo, no Chile.Reserva Biológica Huilo Huilo, no Chile.
Neste mês de março, a Reserva Biológica Huilo Huilo, no Chile, foi reconhecida pelo prêmio internacional National Geographic World Legacy Awards. A premiação aconteceu na cidade de Berlim, na Alemanha, com o objetivo de reconhecer os principais destinos, empresas ou organizações que estão trabalhando para desenvolver o turismo sustentável em todo o mundo.
A reserva concorreu na categoria "Conservação do Mundo Natural", e tinha como concorrentes a reserva Beyond Reach Africa, da África do Sul, e o Conservation Ecology Centre, da Austrália. O prêmio foi recebido pelo gerente comercial da Huilo Huilo, Rodrigo Mata.
Declarada Reserva da Biosfera pela Unesco, a Huilo Huilo está localizada na Patagônia chilena e abrange mais de 100 mil hectares de uma natureza exuberante e diversas espécies nativas, contando com uma fundação que trabalha para a conservação e sustentabilidade da região. Este é o terceiro prêmio internacional da Huilo Huilo, que já recebeu o “Virgin Holidays Responsible Tourism Awards 2012”, da Inglaterra, e o Prêmio EcoTrophea, da Associação Alemã de Viagem (DRV).
Localizada em pleno coração da selva da Patagônia do Chile, próximo ao vilarejo de Neltume (860 km de Santiago), a Reserva Biológica Huilo Huilo é um lugar mágico. Com mais de 100 mil hectares, abrange diversos ecossistemas, com uma riqueza de espécies nativas animais e vegetais, todos envoltos em uma atmosfera mística, herança dos Mapuches, povo nativo da região.
As opções de hospedagens vão desde hotéis de luxo até campings. Além de atividades de esportes radicais, como tirolesa e rafting, a reserva ainda conta com o Bosque Nevado, um centro de neve ideal para iniciantes nos esportes de inverno. Para mais informações sobre a reserva, entre no site huilohuilo.com.